Relato de experiência no ensino híbrido: como estudantes de química em nível médio encaram a indicação de videoaulas?

Resumo

A seleção de conteúdos digitais pode ser uma aliada no processo ensino-aprendizagem de Química, pois nem sempre as fontes escolhidas pelos estudantes são confiáveis. Além disso, é comum professores relatarem que não possuem tempo para isso. O presente trabalho é um relato de experiência da utilização de uma metodologia ativa no ensino híbrido de Química em uma turma de nível médio matriculada na Escola de Educação Básica Joaquim Ramos no ano de 2019. O objetivo foi verificar a hipótese de que as videoaulas selecionadas poderiam enriquecer a aprendizagem dos alunos fora da sala de aula. Sendo assim, videoaulas de Química foram selecionadas e indicadas para que 15 alunos matriculados no 1ᐤ ano do Ensino Médio pudessem assisti-las antes da aula presencial. Foram aplicados questionários pré e pós-vivência da aula invertida e a partir das respostas dos questionários aplicados aos alunos concluiu-se que a maioria dos sujeitos da pesquisa sentiram uma experiência positiva na aprendizagem. Como o presente trabalho foi realizado antes do surto da COVID-19, oferece uma consideração mais ampla dos desafios relevantes que surgem ao utilizar metodologias ativas, especialmente no ensino médio, servindo de incentivo para a disseminação do ensino híbrido diante o momento atual que vive a educação.

Biografia do Autor

Elen Gomes Pereira, Escola de Educação Básica Joaquim Ramos

Doutora em Ciências da Saúde, Professora na Escola de Educação Básica Joaquim Ramos (Criciúma/SC).

Luciano Dias da Silva, Instituto Federal de Santa Catarina

Biografia do Autor

Luciano Dias da Silva, INSTITUTO FEDERAL DE SANTA CATARINA 

Mestre em Ensino de Ciências Naturais e Matemática, Professor no Instituto Federal de Santa Catarina. Endereço profissional: Rodovia, SC-443, 845 - Vila Rica, Criciúma - SC, 88813-600. Santa Catarina.  E-mail: luciano.silva@ifsc.edu.br 

Publicado
2021-03-22