ARQUEOLOGIA DO OLHAR E OS SENTIDOS DA CARTO(FOTO)GRAFIA NA FORMAÇÃO EM SAÚDE MENTAL

Lidiane de Fátima Barbosa Guedes

Resumo


O objetivo deste trabalho é acionar uma experiência ético e estética a partir de um relato de experiência delineado a partir de uma escrita-narrativa, nomeada de fragmento de escrita. Através da analogia entre o trabalho do arqueólogo, do fotógrafo e do cartógrafo, a aprendiz de cartógrafa vai constituindo uma caixa de ferramentas esculpindo no tempo, no corpo e na memória uma cartografia dos efeitos da cartografia no seu corpo. Como pista norteadora, organiza o texto em uma superfície de fragmentos-vestígios de memórias, afetos e imagens que acompanham o percurso do pesquisar e do viver com o campo da saúde mental. A composição com a câmera fotográfica e a metodologia cartográfica vai constituindo entre os fragmentos de escrita um arranjo metodológico aqui denominado de carto (foto) grafia. Nos acompanha nessa superfície sem profundidade, o pensamento de Gilles Deleuze e outros intercessores interessados na relação entre imagens, sentidos e paradoxos na experimentação carto(foto)gráfica.

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REVISTA FÓRUM IDENTIDADES
Itabaiana: GEPIADDE. 

ISSN 1982-3916

 

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