A SINHÁ SÁDICA EM CHICA QUE MANDA, DE AGRIPA VASCONCELOS

  • Regina Célia Lima Caleiro
  • Vinícius Amarante Nascimento

Resumo

Esta pesquisa propõe uma leitura do romance “Chica que manda”, 1966, de Agripa Vasconcelos a partir da utilização dos conceitos de representação e gênero. Busca também discutir a aproximação entre História e Literatura e com os suportes de interpretação discursiva identificar as desigualdades de gênero que circulam no discurso do referido texto literário. Discurso esse que busca delimitar os lugares de atuação de homens e mulheres, assim como, moldar a subjetividade feminina criando uma identidade naturalizada.
Seção
DOSSIÊ: ENTRE GÊNERO, EROTISMO E SEXUALIDADES