ENTRE AS PALAVRAS E A LINGUAGEM PLÁSTICA: O DIARIO, DE FRIDA KAHLO

Edilene Ribeiro Batista

Resumo


Frida Kahlo, pintora mexicana, em seu diário, externa, por meio de duas linguagens artísticas – a literatura e a pintura -, sua dor existencial, forjando um estilo próprio, marcado pela feição criativa. Segundo Ciribelli, a “artista desenvolveu uma linguagem pictórica pessoal, usou símbolos e circunstâncias que presidiam sua criação, resumos metafóricos de experiências concretas, imaginário rico proveniente da arte popular mexicana e da cultura colombiana” (CIRIBELLI, 2006, p.90). Associou à sua pintura, a partir de uma perspectiva pessoal e dramática, uma produção textual que aponta para a forma fragmentada de seu próprio ser, culminando em um processo catártico de descoberta de si mesma. Esse artifício acabou resultando em um íntimo autorretrato dessa mulher que conseguiu transmutar seu sofrimento em arte. Portanto, a partir do exposto, objetivamos, com esta proposta, promover uma análise interdisciplinar da literatura e da pintura produzidas por Frida Kahlo, utilizando-nos, para isso, dos recursos da memória presentes em seu Diario.

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REVISTA FÓRUM IDENTIDADES
Itabaiana: GEPIADDE. 

ISSN 1982-3916

 

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