A COR DA FARDA - AS RELAÇÕES “RACIAIS” NA POLÍCIA MILITAR DE SERGIPE

George Luiz Pires

Resumo


Neste trabalho pretendemos desenvolver um estudo dos sistemas de classificação oficial e rotineiro na Polícia Militar do Estado de Sergipe, visando mostrar como o policial se vê dentro da corporação em relação a sua cor. Considerando toda a problemática discutida em trabalhos anteriores, a respeito dos sistemas de classificação oficial do país e sua precariedade no que se refere ao número reduzido (ou o excesso) de categorias censitárias que visam dar conta da complexidade da sociedade brasileira. Assim analisaremos as condições de trabalho e a realidade cotidiana das tarefas dos policiais dentro Polícia Militar do Estado de Sergipe, onde realizaremos vinte entrevistas em profundidade com soldados, graduados e oficiais dos Batalhões, Companhias Isoladas e Quartel do Comando Geral. Embora a pesquisa não tenha a pretensão de ser estatisticamente significativa, tentaremos traçar um bom corte transversal da corporação. Para tanto escolheremos Batalhões do interior e da grande Aracaju, com um percentual maior de informantes soldados, devido representarem dois terços da instituição, compondo-se o restante entre graduados e oficiais de diversas patentes. O nosso foco é o policial, e suas relações no tocante à cor ou a raça no ambiente de trabalho.

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REVISTA FÓRUM IDENTIDADES
Itabaiana: GEPIADDE. 

ISSN 1982-3916

 

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