ALDA LARA E FLORBELA ESPANCA. SER POETA É?

Fabio Mario da Silva, Paulo Geovane e Silva

Resumo


Muitas são as relações identificáveis entre as literaturas portuguesa e angolana, nomeadamente no plano da intertextualidade e das interferências entre tais sistemas literários. Nesse sentido, o presente estudo busca analisar, por um lado, as relações de proximidade entre a Florbela Espanca, portuguesa, e a angolana Alda Lara, e, por outro, as especificidades literárias de cada uma dessas escritoras relativamente à noção de ser poeta. Para o eficaz desenvolvimento desta análise, buscou-se um método analítico-comparativo, a fim de perceber em que medida as escritoras se aproximam ou não diante do tema metalinguístico da existência do poeta. Tal relação está profundamente construída no plano da intertextualidade entre as autoras, uma vez, como foi possível demonstrar, Lara leu e, em sua obra, fez transfigurar os versos florbelianos.


Texto completo:

PDF

Apontamentos

  • Não há apontamentos.


REVISTA FÓRUM IDENTIDADES
Itabaiana: GEPIADDE. 

ISSN 1982-3916

 

INDEXADORES