https://seer.ufs.br/index.php/forumidentidades/issue/feed Revista Fórum Identidades 2020-04-26T22:38:56-03:00 Carlos Magno Gomes calmag@bol.com.br Open Journal Systems <p><strong>Escopo</strong>: A Revista Fórum Identidades&nbsp;(ISSN&nbsp;1982-3916)&nbsp;foi criada em 2007, no Campus de Itabaiana, da UFS,&nbsp;é coordenada por pesquisadores vinculados ao GEPIADDE/UFS/CNPq&nbsp;e tem como meta publicar trabalhos acadêmicos inéditos de relevância para as áreas de Educação, Letras e Ciências Sociais, que abordem, prioritariamente, questões acerca da diversidade cultural e suas identidades, perpassando debates interseccionais pelas questões de gênero, de classe, étnico-raciais, sexuais, entre outras.<strong>&nbsp;</strong>Este periódico é composto de duas partes: I -<strong>&nbsp;</strong><strong>Dossiê temático</strong>&nbsp;- dedicado ao estudo das identidades em seus espaços deslocamentos sociais e suas lutas contra os processos de opressão/colonização/<wbr>globalização; e I I - <strong>Seção Livre</strong>&nbsp;- artigos com diferentes enfoques sobre as representações identitárias, diferenças e alteridades.</p> <p><strong>E-ISSN</strong>: 1982-3916</p> https://seer.ufs.br/index.php/forumidentidades/article/view/13489 Expediente/ Ficha Catalográfica/ Sumário 2020-04-24T01:11:42-03:00 Expediente / Ficha Catalográfica/ Sumário a@a.com 2020-04-23T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Fórum Identidades https://seer.ufs.br/index.php/forumidentidades/article/view/13490 Apresentação 2020-04-24T02:18:35-03:00 Rodrigo Arellano Saavedra a@a1.com Karla Lucia Bento a@a.com Edinéia Tavares Lopes a@a.com 2020-04-24T02:18:32-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Fórum Identidades https://seer.ufs.br/index.php/forumidentidades/article/view/13495 A COLONIZAÇÃO E RESISTÊNCIA DOS POVOS ORIGINÁRIOS DA AMÉRICA LATINA 2020-04-26T20:59:55-03:00 Cláudia Battestin battestin@unochapeco.edu.br Jailson Bonatti jailson.1bio@gmail.com Jeanice Rufino Quinto jeanicequinto@hotmail.com <p>O presente artigo é resultado de uma investigação bibliográfica e documental que busca apresentar desdobramentos sobre os impactos que a colonização causou na história e cultura dos povos originários na América Latina. Objetivamos refletir sobre a influência que o projeto de colonização causou nas estruturas e sistemas de vida dos povos que habitavam essas terras. Através desta investigação, evidencia-se que a cosmovisão dos povos indígenas sofreu influências externas marcantes, devido à dominação, violência e opressão do colonizador. Os subsistemas e as identidades que foram criados ao longo dos séculos, evidenciam como a dominação cultural dos projetos colonizadores ainda permanecem com predominância hegemônica e monocultural. Sendo assim, revisitar o passado se torna um compromisso ético em tempos que a luta deve ser uma constante nas práticas educativas, para manter o direito à sobrevivência e permanência dos costumes, crenças, idiomas e culturas dos povos indígenas na América Latina.</p> 2020-04-25T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Fórum Identidades https://seer.ufs.br/index.php/forumidentidades/article/view/13497 COLONIZAÇÃO, TERRITÓRIO E INTERCULTURALIDADE: POSSIBILIDADES E RESISTÊNCIAS 2020-04-26T21:04:22-03:00 Karla Lucia Bento klbento@furb.br Lilian Blanck de Oliveira lilianblanck@furb.br <p>Esse artigo apresenta a organização da educação escolar indígena intercultural do Povo Laklãnõ/Xokleng como possibilidade de resistência e rompimento de colonialidades. Desde a chegada de europeus à região Sul do Brasil, esse Povo busca formas de resistir e preservar a história e cultura diante das imposições da sociedade não indígena. O objetivo do estudo é identificar práticas educacionais que rompam com as colonialidades produzidas. A metodologia teve por base a pesquisa participante e como sujeitos os professores indígenas. Os resultados apontam que a comunidade identifica a escola como instrumento de fortalecimento da cultura e forma de apropriação de conhecimentos da sociedade não indígena importantes na luta por direitos ainda violados. A partir disso, concluímos que as estratégias resistência do Povo envolvem práticas dialógicas da educação intercultural.</p> 2020-04-26T01:29:35-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Fórum Identidades https://seer.ufs.br/index.php/forumidentidades/article/view/13498 "PRIMEIRO NÓS SOMOS INDÍGENAS E DEPOIS NÓS SOMOS PROFESSORES": EDUCAÇÃO ESCOLAR E IDENTIDADE ÉTNICA DO POVO KAMBIWÁ 2020-04-26T02:26:53-03:00 Diana Cibele de Assis Ferreira diana05assis@gmail.com Sandro Guimarães de Salles sandro.ufpe@gmail.com <p>O&nbsp;povo Kambiwá está localizado no Sertão do Moxotó, no estado de Pernambuco, entre os municípios de Ibimirim, Inajá e Floresta, tendo a sua população distribuída em oito aldeias.&nbsp;O presente artigo é parte de uma pesquisa que teve como objetivo analisar a influência da identidade étnica na prática dos professores e professoras Kambiwá. Na ocasião, procurávamos mostrar, a partir das observações e conversas com a comunidade, que essa prática docente está orientada pelos saberes, aprenderes e ensinares do povo. A pesquisa que deu origem a este trabalho apontou inúmeros desafios e fragilidades enfrentados tanto pelos(as) professores(as) Kambiwá quanto pelos demais professores em Pernambuco em seus processos formativos. Com efeito, por seu caráter assimilacionista e racista, os espaços de formação, tanto em nível básico quanto superior, não se encontram abertos a outros sistemas de conhecimentos e culturas. A pesquisa mostrou que, apesar dos processos formativos dos professores indígenas sofrerem influência do projeto colonial e individualizante do sistema, em contraposição às identidades indígenas, com sólida fundação comunitária (HÉCTOR, 2005), a prática docente dos professores e professoras da educação escolar Kambiwá é orientada pela e para a identidade étnica.</p> 2020-04-26T02:26:50-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Fórum Identidades https://seer.ufs.br/index.php/forumidentidades/article/view/13499 APARELHAGEM TUXAUA, O SOM QUE FAZ A TRIBO DANÇAR: MEMÓRIA DISCURSIVA INDÍGENA EM MATERIALIDADES CULTURAIS NÃO INDÍGENAS 2020-04-26T02:50:23-03:00 Jairo da Silva e Silva jairo.silva@ifpa.edu.br <p>Quando o assunto é ser indígena no Brasil, é certo que a grande mídia insiste e persiste em uma rede de memórias baseadas em estereotipias, silenciamento de vozes e exotismo; no entanto, apesar desse empreendimento negativo, todavia podemos contar com outros segmentos que valorizam e (re)afirmam a identidade indígena. É o caso da aparelhagem Tuxaua, a qual, mesmo sem ser indígena, é atravessada por uma rede de memórias que (re)afirma esta identidade (SILVA, 2016). E essa é a proposta deste texto: sob perspectivas teóricas-metodológicas da Análise do discurso de linha francesa, analisar os efeitos de sentidos agenciados pela memória discursiva enquanto (re)afirmação da identidade indígena em materialidades culturais não indígenas. Como resultado, entende-se que, aos adeptos desta manifestação cultural, é motivo de orgulho assumir uma identidade indígena.</p> 2020-04-26T02:36:52-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Fórum Identidades https://seer.ufs.br/index.php/forumidentidades/article/view/13500 JACKSON DO PANDEIRO: NEGRO-VIDA 2020-04-26T02:58:54-03:00 Hernany Donato de Moura hernanydonato@gmail.com <p>O trabalho em questão tem o interesse de apresentar a importância da vida do ritmista Jackson do Pandeiro tomando como parâmetro a construção do forró como expressão literária popular corrente no período de transição entre o século XIX - XX. A perspectiva teórica dialoga diretamente com a literatura clássica e com o cânone literário, entretanto sem deixar de conferir o protagonismo afro-brasileiro. Como metodologias foram analisadas vida e obra de Jackson do Pandeiro, selecionando algumas letras importantes ao repertório do cantor entre 1953-1977. Observamos em suas composições elementos da cultura afro-brasileira identificando o forró como literatura oral.</p> 2020-04-26T02:58:50-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Fórum Identidades https://seer.ufs.br/index.php/forumidentidades/article/view/13501 A QUESTÃO QUILOMBOLA SOB O PRISMA DO GÊNERO, OU COMO A BUSCA IDENTITARIA INVERTE LÓGICAS DO PODER MASCULINO: UM ESTUDO DE CASO 2020-04-26T03:56:57-03:00 Paulo S C Neves paulo.neves@edu.br <p>Nesse texto, abordaremos uma dimensão pouco explorada do processo de construção das demandas de comunidades quilombolas no país: as mudanças nas relações de gênero no interior dessas comunidades a partir das estratégias de legitimação adotadas por elas para provar um passado quilombola. Como veremos no estudo de caso proposto, algumas das atividades consideradas como típicas da comunidade são exercidas por mulheres, o que confere a estas últimas uma visibilidade e um protagonismo pouco usuais no meio rural.</p> 2020-04-26T03:56:54-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Fórum Identidades https://seer.ufs.br/index.php/forumidentidades/article/view/13505 EDUCAÇÃO ESCOLAR QUILOMBOLA: UMA REFLEXÃO NO CONTEXTO DA EDUCAÇÃO PARA AS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS 2020-04-26T18:22:55-03:00 Vilma Aparecida de Pinho vilmaaparecidadepinho@gmail.com Fábio Coelho Pinto profphabiopinto@gmail.com <p>A pesquisa tem o objetivo de analisar as práticas pedagógicas na EMEF Achilles Ranieri situada na comunidade quilombola do Matias, município de Cametá-PA. A discussão sobre negritudes, como dimensão epistêmica, aponta a possibilidade de construir instrumentos e elementos para a afirmação da identidade do sujeito negro, considerando a história, memórias, culturas e saberes de seus ancestrais, bem como o contexto social hoje vivido por eles. Por meio da abordagem qualitativa trabalhamos com análise documental, observação e entrevista durante os períodos letivos no ano de 2019. Nossas conclusões apontam a prática pedagógica no contexto escolar quilombola como necessária para o fortalecimento da educação para as relações étnico-raciais, de modo que o conhecimento tecnológico-científico tenha relevância, mas que leve em consideração a história e realidade dos sujeitos quilombolas.</p> 2020-04-26T18:22:52-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Fórum Identidades https://seer.ufs.br/index.php/forumidentidades/article/view/13506 “AS NÃO AUSENTES”: OLHAR INTERSECCIONAL PARA A ECOLOGIA DE SABERES 2020-04-26T18:42:03-03:00 Simone dos Santos Ribeiro zenlua@gmail.com Patrícia Montanari Giraldi patriciamgiraldi@gmail.com Suzani Cassiani suzanicassiani@gmail.com <p>Em oposição a narrativas ocidentalizadas sobre ciência e objetividade, responsável pela subalternização de povos pelo mecanismo da colonialidade do saber, discutimos possibilidades de olhar para a produção dos conhecimentos científicos considerando contextos e conhecimentos desde “corpos outros”. Pautadas nas Epistemologias do Sul numa revisitação a Ecologia de Saberes, utilizamos a interseccionalidade como categoria de análise, para aprofundar discussões trazidas de dentro das ciências pelas epistemologias feministas, em um movimento de revelar a potência epistemológica presente nas ações de sujeitas atravessadas por marcadores sociais, como classe e raça. Pretendemos com este artigo compreender como essas questões de base podem contribuir com anúncios para a discussão epistemológica, na Educação em ciências que seja antirracista, antissexista e antihomofóbica em acordo com os pressupostos dos direitos humanos.</p> 2020-04-26T18:41:59-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Fórum Identidades https://seer.ufs.br/index.php/forumidentidades/article/view/13507 LIVRO DIDÁTICO DE CIÊNCIAS: IDENTIDADES NEGRAS E CONTEXTUALIZAÇÃO EM DEBATE 2020-04-26T19:06:06-03:00 Agnes Gardênia Passos Bispo agnesgardenia91@gmail.com Edinéia Tavares Lopes edineia.ufs@gmail.com Maria Batista Lima mabalima.ufs2@gmail.com <p>Este artigo apresenta as análises realizadas em um livro de Ciências do Sexto Ano do Ensino Fundamental (EF) sobre a representação de identidades negras, sua relação com a perspectiva da Educação Escolar Quilombola (EEQ) e com Educação de Relações Étnico-Raciais (ERER), dialogando com as possíveis abordagens, distanciamentos e possibilidades de contextualização no ensino de Ciências. Constata-se que embora o livro apresente um número significativo de imagens de pessoas negras, estas são representadas predominantemente em situações de menor prestígio social, com exceção das crianças representadas em situações coletivas mais positivas. Quanto à contextualização, apresenta propostas de abordagens relacionadas à perspectiva CTS (Ciência, Tecnologia e Sociedade). No entanto, há distanciamento em relação às diretrizes curriculares da ERER e da EEQ.</p> 2020-04-26T19:06:01-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Fórum Identidades https://seer.ufs.br/index.php/forumidentidades/article/view/13510 O GEMGe NA FORMAÇÃO DE EPISTEMES DE SUBVERSÃO NO CAMPO EDUCACIONAL 2020-04-26T20:44:27-03:00 Raimunda Nonata da Silva Machado rainsmachado@gmail.com Simone Cristina Silva Simões simonecrissimoes@gmail.com <p>A produção científica feminina sobre mulheres, no campo da educação, é uma das políticas e pedagogias do Grupo de Estudos e Pesquisa sobre Educação, Mulheres e Relações de Gênero (GEMGe), vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE) da Universidade Federal do Maranhão (UFMA). Este artigo propõe refletir sobre a atuação, deste grupo, como espaço propulsor de produção científica feminina. Faz uso de pesquisa bibliográfica e documental para investigar o que tem sido produzido por mulheres, sobretudo, em Dissertações de Mestrado de integrantes do GEMGe. O estudo evidencia a potência do GEMGe na formação de epistemes de subversão, que contribuem na renovação da historiografia da educação maranhense, tendo em vista a ênfase, deste grupo, na análise de processos decoloniais ao destacar as memórias de práticas educativas e saberes escolares protagonizadas por mulheres professoras, a partir de seus lugares de fala (RIBEIRO, 2017; SPIVAK, 2010).</p> 2020-04-26T19:27:20-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Fórum Identidades https://seer.ufs.br/index.php/forumidentidades/article/view/13513 PRÁTICA DE LETRAMENTO RELIGIOSA EM UM POVOADO NO AGRESTE DE ALAGOAS: TRADIÇÃO, RELIGIOSIDADE E TERRITÓRIO 2020-04-26T22:38:56-03:00 Sanadia Gama dos Santos allanrafaelveiga@gmail.com Neiva Maria Jung neiva.jung@gmail.com <p>Este trabalho tem como objetivo analisar uma prática de letramento religiosa - orações do dia de finados - em um povoado no agreste de Alagoas que se constituiu e se localiza entre dois municípios na Mesorregião do Agreste de Alagoas. Os registros foram gerados por uma Etnografia da Linguagem, segundo GARCEZ; SCHULZ (2015), e SANTOS (2019), e foram analisados os modos de participação das pessoas na oração de Dia de Finados. Em termos de resultados, identifica-se que, nessa prática de letramento local, as pessoas constroem, por meio de suas participações, modos de interação com textos escritos, valores e identidades locais, como a religiosidade e a tradição e o pertencimento local. Como conclusão, reafirma-se a necessidade de reconhecer os letramentos como socioculturais e intimamente associados a valores e identidades das comunidades, como no povoado.</p> 2020-04-26T22:38:53-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Fórum Identidades https://seer.ufs.br/index.php/forumidentidades/article/view/13511 VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER NA FICÇÃO DE MARIA JOSÉ SILVEIRA 2020-04-26T19:44:47-03:00 Elane da Silva Plácido helayne11@hotmail.com Roniê Rodrigues da Silva rodrigopinon2014@gmail.com <p>Este artigo traz algumas reflexões sobre os temas submissão, silenciamento e a violência contra a mulher: física, sexual e psicológica e feminicídio a partir da leitura analítica de duas personagens do romance <em>A mãe da mãe da sua mãe e suas filhas</em>, (2002), de Maria José Silveira. Pretendemos mostrar como as personagens aparecem submissas aos homens e sofrem diversos tipos de silenciamentos.&nbsp; Para o desenvolvimento desta análise, tem-se como base as considerações de Heleieth Saffioti (2015), acerca da violência em mulheres e dos apontamentos de John Stuart Mill, (2006), sobre a relação do casamento como forma de submissão feminina. Desse modo, observa-se uma postura literária de questionamento da violência contra a mulher em um contexto patriarcal.&nbsp;</p> 2020-04-26T19:44:42-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Fórum Identidades https://seer.ufs.br/index.php/forumidentidades/article/view/13512 A COMPREENSÃO DA DISCRIMINAÇÃO SOCIAL POR MEIO DA LEITURA DE UMA CRÔNICA DE RUBEM BRAGA 2020-04-26T22:04:33-03:00 José Ricardo Carvalho ricardocarvalho.ufs@hotmail.com Kelly Cristina de Oliveira Passos kellycris_coelho@yahoo.com.br <p>Este trabalho analisa atividades de interação com o gênero crônica por alunos do nono ano do ensino fundamental com vista a observar procedimentos didáticos que orientam para um olhar sobre conteúdos temáticos de forma reflexiva e crítica. Para isso, acompanhamos os gestos de interpretação dos conteúdos temáticos representados pelos agentes que escrevem uma crônica, examinando as operações sociocognitivas realizadas pelo leitor para elaborar o sentido ao texto lido. Desta forma, apresentamos os procedimentos de análise da arquitetura textual e compreensão do contexto de produção da crônica “O natal de Severino Jesus”, de Rubem Braga em uma abordagem sociodiscursiva.</p> 2020-04-26T22:04:31-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Fórum Identidades