Revista GeoNordeste https://seer.ufs.br/index.php/geonordeste <p><strong>Escopo</strong>: A Revista GeoNordeste é uma publicação semestral do PPGEO (Programa de Pós-Graduação em Geografia) da UFS (Universidade Federal de Sergipe), Brasil, destinada a divulgar a produção científica nos mais diversos âmbitos do conhecimento geográfico, sobretudo àqueles vinculados à Produção do Espaço Agrário, Dinâmica Ambiental e Dinâmicas Territoriais e Desenvolvimento, Linhas de Pesquisa do Programa. Desde 1984, a GeoNordeste é um periódico dedicado a publicar e divulgar conhecimentos Geográficos, e está voltada preferencialmente aos profissionais e pós-graduandos em Geografia e áreas correlatas. O acesso à GeoNordeste é aberto, com publicação somente na versão on line. Nenhuma taxa é cobrada nas diversas fases da revisão ou publicação da Revista.<br><strong>E-ISSN</strong>: 2318-2695</p> pt-BR <div id="deed-rights" class="row" dir="ltr"><div class="col-sm-offset-2 col-sm-8"><h3> </h3></div></div><div><table class="data" width="100%"><tbody><tr valign="top"><td width="95%"><label for="copyrightNoticeAgree">Os autores devem concordar com os termos da Declaração de Direito Autoral, que se aplicará a submissão caso seja publicada nesta revista, assim como, repassa a Revista GeoNordeste como detentora dos direitos autorais da publicação.</label></td></tr></tbody></table></div><div> </div><div><div id="deed-rights" class="row" dir="ltr"><div class="col-sm-offset-2 col-sm-8"><h3>Attribution-NonCommercial 4.0 International (CC BY-NC 4.0)</h3><h3>Você é livre para:</h3><ul class="license-properties"><li class="license share">Compartilhar - copiar e redistribuir o material em qualquer meio ou formato</li><li class="license remix">Adaptar - transformar e construir sobre o material</li></ul></div></div><div class="row"><ul id="license-freedoms-no-icons" class="col-sm-offset-2 col-sm-8"><li class="license">O licenciante não pode revogar essas liberdades desde que você siga os termos da licença.</li></ul></div><div id="deed-conditions" class="row"><h3>Sob os seguintes termos:</h3><ul class="license-properties col-md-offset-2 col-md-8" dir="ltr"><li class="license by"><p>Atribuição - Você deve dar <a id="appropriate_credit_popup" class="helpLink" title="" href="https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/" data-original-title="">crédito apropriado</a> , fornecer um link para a licença e <a id="indicate_changes_popup" class="helpLink" title="" href="https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/" data-original-title="">indicar se as alterações foram feitas</a> . 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A proposta do artigo é apresentar, a partir da obra de Maria Geralda de Almeida, uma visão alterativa da narrativa da viagem, com base na experiência vivida pelo Digital <em>Influencer</em> Jesse Koz, em duas viagens pelo Brasil e demais países das Américas. O suporte teórico, apesar de acionar autores diversos e de campos de conhecimento distintos, centrou-se na obra de Maria Geralda de Almeida. A análise se complementou a partir do acervo encontrado das redes sociais de Jesse Koz, que possibilitou a interpretação, de uma forma alternativa, em narrar sua experiência como viajante. Dessa forma, foi possível compreender que, para além das narrativas de viagem tradicionais, a contemporaneidade oferece alternativas que descrevem tais experiências, a partir do uso de linguagens adaptadas as mídias sociais.</p> João Mendes Rocha Neto, Edna Maria Furtado Copyright (c) 2022 Revista GeoNordeste http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 https://seer.ufs.br/index.php/geonordeste/article/view/18184 qua, 02 nov 2022 00:00:00 -0300 “NINGUÉM OUVIU MELHOR CADA UM EM CASA”: LUGAR, TEXTURAS E EXISTÊNCIAS NA LAVOURA ARCAICA DE RADUAN NASSAR https://seer.ufs.br/index.php/geonordeste/article/view/18277 <p>Redigida por Raduan Nassar, Lavoura Arcaica é uma obra literária que narra a partida e o retorno de André, filho do meio de uma família camponesa. O personagem foge de casa em função das imposições paternas e de conflitos domésticos. O presente ensaio realiza uma interpretação geográfico-poética das tensões nas relações entre lugar e lar na narrativa do romance com base na perspectiva diegética do protagonista. Para tanto, a discussão do texto pauta-se na geografia humanista, especialmente na vertente da fenomenologia existencialista. Foram decifradas as condições pelas quais as texturas e vínculos de lugar manifestam os tensionamentos inerentes à subjetividade e intersubjetividade do habitar presentes no diálogo que compõe primeira parte (<em>A Partida</em>) da obra. Considera-se que os vínculos de lugar do protagonista reverberam um espectro de sentidos ambivalentes e angustiantes quanto à relação familiar na lavoura.</p> Carlos Roberto Bernardes de Souza Júnior, Maria Geralda de Almeida Copyright (c) 2022 Revista GeoNordeste http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 https://seer.ufs.br/index.php/geonordeste/article/view/18277 sex, 28 out 2022 00:00:00 -0300 ENCONTROS E DISTANCIAMENTOS ENTRE A RELIGIOSIDADE KALUNGA E O CATOLICISMO OFICIAL: UM OLHAR PARA AS SINGULARIDADES DO LUGAR NA FESTA DE NOSSA SENHORA APARECIDA (GOIÁS – BRASIL) https://seer.ufs.br/index.php/geonordeste/article/view/18300 <p>Este artigo lança um olhar para as singularidades do lugar, tomando como objeto empírico a festa de Nossa Senhora Aparecida das comunidades Kalunga Diadema e Ribeirão, em Teresina de Goiás, na região Norte do Estado de Goiás, Brasil. A problemática que alicerça a temática está na base religiosa que impulsiona a festa. Esta religiosidade aglutina uma visão de mundo particular e relações de poder diversas, sendo tratada aqui numa perspectiva dialética que emerge de encontros e distanciamentos entre o catolicismo popular desenvolvido pelos Kalunga e o catolicismo institucional. O lugar Kalunga lega uma identidade muito própria às suas festas de padroeiros. O inverso também é um fato notório. A festa tem sua essência vinculada ao lugar onde ocorre; ela é também um território com capacidade de produzir símbolos territoriais nos quais o uso social se prolonga além de seu acontecimento, proporcionando sentidos de enraizamento e de pertencimento nos moradores.</p> Luana Nunes Martins de Lima, Maria Geralda de Almeida Copyright (c) 2022 Revista GeoNordeste http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 https://seer.ufs.br/index.php/geonordeste/article/view/18300 sáb, 05 nov 2022 00:00:00 -0300 CULTURA E NATUREZA – A CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE TERRITORIAL DA MULHER RURAL SERGIPANA (BRASIL) https://seer.ufs.br/index.php/geonordeste/article/view/18274 <h2 style="text-align: justify; margin: 0cm -1.4pt .0001pt 0cm;"><span style="font-size: 11.0pt; font-weight: normal;">No Baixo Vale do Rio São Francisco, no Brasil, alguns milhares de sertanejas vivem de estratégias de sobrevivência porque as crises ecológicas e principalmente os planos de desenvolvimento os colocaram em exclusão. E ainda este lugar é investido de valores e é definido por um princípio cultural de identificação, ou se preferir, de pertencimento. Nesse caso, as mulheres e seu trabalho, principalmente o artesanal, são apresentados como forma de dar visibilidade à sua cultura e aos seus lugares.</span></h2> <h2 style="text-align: justify; margin: 0cm -1.4pt .0001pt 0cm;"><span style="font-size: 11.0pt;">Palavras-chave:</span><span style="font-size: 11.0pt; font-weight: normal;"> Geografia Cultural; Identidade; Gênero; Nordeste do Brasil.</span></h2> Maria Augusta Mundim Vargas, Maria Geralda de Almeida Copyright (c) 2022 Revista GeoNordeste http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 https://seer.ufs.br/index.php/geonordeste/article/view/18274 sáb, 05 nov 2022 00:00:00 -0300 O CULTIVO DE ALIMENTOS NOS QUINTAIS E A COMERCIALIZAÇÃO NOS CIRCUITOS CURTOS https://seer.ufs.br/index.php/geonordeste/article/view/18293 <p>No presente artigo o objetivo é analisar a apropriação do espaço de dentro – os quintais – pelas mulheres, para a produção de hortaliças, frutas, ervas medicinais, criação de pequenos animais, com vistas ao consumo familiar, assim como a comercialização nos circuitos curtos. Para tanto, foram realizadas revisões bibliográficas a respeito da temática e utilizou-se de pesquisa de campo, com a observação dos quintais e a realização de entrevistas com as mulheres nas comunidades rurais de Curralinho e Fazenda Velha, distritos localizados nos municípios de Diamantina e de Sete Lagoas, Minas Gerais, e com as mulheres feirantes nos municípios de Iporá e de Pirenópolis, Goiás, e na comunidade quilombola de Sítio Alto e no povoado Lagoa a Volta nos municípios de Simão Dias e Porto da Folha em Sergipe. Os quintais conformam espaços onde os saberes são transmitidos por diferentes gerações, expressando as vivências, os fazeres cotidianos, a organização, divisão e aproveitamento da terra para cultivos e criação de pequenos animais. A produção, embora pouco valorizada, é relevante para a segurança alimentar dos membros familiares. Em algumas comunidades o excedente é comercializado nos circuitos curtos, como as feiras livres nos municípios, ou vendido a intermediários, sobretudo os pequenos animais, e no caso do suíno é a poupança da mulher. Valorizar os quintais significa valorizar o conhecimento transmitido por diferentes gerações, as tradições, a cultura em um espaço que é lugar de vida e de trabalho.</p> Sônia de Souza Mendonça Menezes, Maria Geralda de Almeida Copyright (c) 2022 Revista GeoNordeste http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 https://seer.ufs.br/index.php/geonordeste/article/view/18293 sáb, 05 nov 2022 00:00:00 -0300 R-EXISTÊNCIAS DOS GERAIZEIROS BAIANOS E O FRONT DO AGRO-ENERGIA-NEGÓGICOS: COMUNIDADES GERAIZEIRAS DO BAIXO VALE DO RIO GUARÁ, SÃO DESIDÉRIO, MESORREGIÃO DO EXTREMO OESTE DA BAHIA https://seer.ufs.br/index.php/geonordeste/article/view/18262 <p>Esse artigo buscou analisar as formas de r-existências das comunidades tradicionais Geraizeiras diante do <em>front</em> da fronteira neoextrativista das paisagens dos Cerrados na mesorregião do Extremo Oeste da Bahia. A metodologia utilizada foi a geoecologia de saberes que buscou valorizar o diálogo de saberes autóctones e os saberes racionais dos sujeitos e grupos de sujeitos nos territórios vividos das comunidades tradicionais Geraizeiras. Os resultados apontam para a hibridização no <em>front</em> da fronteira agrícola para o agro-energias-negócios diante dos projetos financiados pelo PAC e de suas inúmeras alterações ambientais e possível escassez da água do rio Guará. Também que a r-existência do Geraizeiros(as) ocorre no seio dos seus modos de vida pelo associativismo, pela transição agroecológica, pela produção de artesanato e pelo redimensionamento das lavouras de rego das áreas de vereda para as áreas de agroecologia nos terraços, bem como pela conquista dos títulos dos seus territórios de vida.</p> Valney Dias Rigonato, Maria Geralda de Almeida Copyright (c) 2022 Revista GeoNordeste http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 https://seer.ufs.br/index.php/geonordeste/article/view/18262 sáb, 05 nov 2022 00:00:00 -0300 “COMO É BONITO VER AS COISAS DO MEU QUILOMBO”: IDENTIDADE TERRITORIAL E O COCO DE RODA NA COMUNIDADE NEGRA DO IPIRANGA, PARAÍBA – BRASIL https://seer.ufs.br/index.php/geonordeste/article/view/18338 <p>O presente artigo tem como propósito analisar a dinâmica territorial e suas relações com o coco de roda na comunidade negra do Ipiranga, situada no município do Conde, Estado da Paraíba. No coco de roda são reproduzidas e revivenciadas as conjunturas de lutas territoriais, assim como as dimensões cotidianas que marcaram a história dessas comunidades no contexto da escravidão e da permanência tradicional no território do Litoral Sul. Utilizamos a abordagem cultural como procedimento teórico metodológico, ao tempo em que nos aportamos de referenciais bibliográficos e trabalhos de campo. Nos baseamos em autores como Bhabha (2008), Almeida (2008, 2012), Marques (2015) e Barth (2000) quando estudam a identidade territorial e a fronteira social, assim como Pimentel (1978), Ayala (1999) e Sampaio (2001) quando tratam sobre o coco de roda. Consideramos que existe uma multidimensionalidade territorial no Ipiranga. Ela faz-se sedimentada também, por meio do canto e da dança.</p> Amanda Christinne Nascimento Marques, Maria Geralda de Almeida Copyright (c) 2022 Revista GeoNordeste http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 https://seer.ufs.br/index.php/geonordeste/article/view/18338 sáb, 12 nov 2022 00:00:00 -0300 A GEOGRAFIA COMO ALICERCE NAS ANÁLISES DA CULTURA RELIGIOSA https://seer.ufs.br/index.php/geonordeste/article/view/18092 <p>Este artigo objetiva identificar a relação entre a Geografia e a Religião, o momento que os geógrafos perceberam essa relação e as diversas formas de análise dessa relação. A partir de um levantamento bibliográfico foi possível compreender o universo que cerca estes conceitos e as várias possiblidades de se trabalhar religião dentro da geografia.</p> <p><strong>Palavras-chave: Geografia Cultural, Religião, Paisagem.</strong></p> Solimar G. M. Bonjardim Copyright (c) 2022 Revista GeoNordeste http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 https://seer.ufs.br/index.php/geonordeste/article/view/18092 qua, 26 out 2022 00:00:00 -0300 ENERGIA ELÉTRICA: UM ELEMENTO GEOPOLÍTICO NA CONSTRUÇÃO DO TERRITÓRIO https://seer.ufs.br/index.php/geonordeste/article/view/15013 <p>No mundo contemporâneo, a energia elétrica se tornou uma espécie de necessidade comum, em escalas diferentes, desde pequenos domicílios até grandes empresas, todos usufruem dos benefícios e das comodidades agregadas nesse insumo. O objetivo geral dessa produção científica, em síntese, é apresentar uma discussão sobre energia, território e geopolítica, e como os mesmos estão intimamente relacionados. A metodologia empregada nessa produção científica, está pautada na leitura de autores como, Raffestin (1993), Souza (2001), Santos (1985), Almeida (2005), entre outros. As discussões apresentadas, nos permitem chegar à conclusão que a energia elétrica é um insumo essencial para a efetivação da sociedade moderna, de forma direta e/ou indireta, a mesma sempre esteve associada a elementos envolvendo a modernidade, e ainda, se consagrou como um forte e importante instrumento geopolítico, sendo capaz de interferir diretamente na formação e organização do território e no seu uso.</p> Sabrina Carlindo Silva, Maria Geralda de Almeida, Dimas Moraes Peixinho Copyright (c) 2022 Revista GeoNordeste http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 https://seer.ufs.br/index.php/geonordeste/article/view/15013 sáb, 29 out 2022 00:00:00 -0300 DA PESCA AO TURISMO COM BASE COMUNITÁRIA NO POVOADO DE TERRA CAÍDA (INDIAROBA-SE-BRASIL): O ESPAÇO RURAL COM “OUTRAS CARAS” https://seer.ufs.br/index.php/geonordeste/article/view/18340 <p>O propósito deste artigo é discutir a introdução do turismo rural no povoado Terra Caída no município de Indiaroba, em Sergipe. O povoado tem na pesca tradicional a sua principal fonte de ocupação e renda, a qual nos últimos tempos vem apresentando transformações quanto ao potencial de produção e garantia de ocupação dos habitantes da localidade, além do mais, a localidade vem sendo pressionada pelas atividades de carcinicultura, com sérias transformações na (re)organização socioespacial e territorial. São considerados para esta reflexão os aspectos do turismo no espaço rural de base comunitária como fator de reorganização territorial e desenvolvimento local. Para tanto, analisa-se o nível de organização social local e sua interface com o desenvolvimento do turismo, bem como o papel da Associação pela Cidadania dos Pescadores e Moradores do Povoado Terra Caída, na implementação do turismo local. São questionados os fatores determinantes para a inserção da comunidade na atividade turística frente ao modelo adotado pelas políticas públicas e iniciativa privada. Concebido como forma de desenvolvimento local, são discutidas se as premissas dos planejadores se coadunam com aquelas dos moradores de Terra Caída.</p> Lício Valério Lima Vieira, Maria Geralda de Almeida Copyright (c) 2022 Revista GeoNordeste http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 https://seer.ufs.br/index.php/geonordeste/article/view/18340 ter, 15 nov 2022 00:00:00 -0300 TERRITÓRIOS E FRONTEIRAS DAS GENTES EXTRATIVISTAS DO LITORAL NORTE DE SERGIPE, BRASIL https://seer.ufs.br/index.php/geonordeste/article/view/18302 <p>O extrativismo da mangaba é uma prática produtiva tradicional realizada por comunidades que habitam o litoral do estado de Sergipe. O ambiente de restinga, <em>lócus </em>natural da reprodução das mangabeiras, é duplamente cobiçado: pelos extrativistas, que com práticas tradicionais coletam os frutos em duas estações do ano, e por projetos urbanísticos inseridos no processo de especulação imobiliária que se apropriam do solo, o transformam e lhe atribuem novos valores. O propósito deste artigo é discutir as territorialidades, os conflitos territoriais e as fronteiras culturais que envolvem a prática extrativista da mangaba e a expansão urbana no município de Barra dos Coqueiros/SE. Nos pressupostos da abordagem cultural e metodológica da pesquisa qualitativa, utilizamos revisão bibliográfica e inserções no campo ancoradas por roteiros de busca em sites, além de observação, coleta e registro de relatos e fotografias no campo. O estudo tem demonstrado que os grandes empreendimentos aí implantados após 2006 vêm ocasionando conflitos entre práticas e fronteiras culturais, entre os extrativistas, o poder público municipal e os proprietários das terras que cedem terrenos aos novos habitantes emuralhados. Assim, vão se estabelecendo novas fronteiras culturais pelo apoucamento dos territórios do litoral sergipano.</p> Heberty Ruan da Conceição Silva, Maria Geralda de Almeida, Maria Augusta Mundim Vargas Copyright (c) 2022 Revista GeoNordeste http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 https://seer.ufs.br/index.php/geonordeste/article/view/18302 dom, 06 nov 2022 00:00:00 -0300 A ARTE DE REPENSAR OS CONFLITOS AMBIENTAIS E O ORDENAMENTO TERRITORIAL https://seer.ufs.br/index.php/geonordeste/article/view/18261 <p>Prefácio redigido para o livro<strong> Entre Conflitos Ambientais e Ordenamento Territorial: Diálogos a partir do Litoral e Unidades de Conservação</strong>, de autoria de Carla Norma Correia dos Santos, Claudio Roberto Braghini e José Wellington Carvalho Vilar, publicado em 2020, pela EDIFS. Disponível em: &lt;<a href="http://ifs.edu.br/diretoria-de-pesquisa-e-pos-graduacao/editora-propex/385-hotsite-propex/9005-edifs-2020">http://ifs.edu.br/diretoria-de-pesquisa-e-pos-graduacao/editora-propex/385-hotsite-propex/9005-edifs-2020</a>&gt;. Acesso em: 19/07/2022.</p> Maria Geralda de Almeida Copyright (c) 2022 Revista GeoNordeste http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 https://seer.ufs.br/index.php/geonordeste/article/view/18261 qui, 27 out 2022 00:00:00 -0300 DO TERRITÓRIO DE VIDA AO TERRITÓRIO DA GEOGRAFIA CULTURAL: ENTREVISTA COM A PROFª DRª MARIA GERALDA DE ALMEIDA https://seer.ufs.br/index.php/geonordeste/article/view/18339 Maria Geralda de Almeida Copyright (c) 2022 Revista GeoNordeste http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 https://seer.ufs.br/index.php/geonordeste/article/view/18339 seg, 14 nov 2022 00:00:00 -0300