Edição Atual

v. 7 n. 01 (2020): Jan./Abr. 2020 - Revista Boletim Historiar
Fonte: NewsLab

Num momento difícil, em que vários países enfrentam a pandemia do covid-19, e que temos no Brasil a recomendação para a manutenção do isolamento social, a equipe do Boletim Historiar continuou trabalhando remotamente na preparação de mais uma edição desse periódico que se propõe a pensar o mundo em que vivemos.

E é em meio a essa situação adversa que anunciamos a primeira edição, no ano de 2020, do Boletim Historiar, periódico avaliado pela CAPES com qualis A4. Neste número, contamos com seis artigos que versam sobre diversas temáticas: História e Geopolítica; Epistemologia e Ciências contemporâneas; História e Teoria Queer; Segunda Guerra Mundial; e Educação rural. Ademais, há uma resenha do livro “Que emoção! Que emoção?”.

No primeiro artigo, intitulado “História e Geopolítica: Análises Introdutórias sobre o Passado Colonial e a Contemporaneidade na Sociedade Brasileira”, os autores Amílcar Machado Profeta Filho e Rafael Egidio Leal e Silva objetivam realizar uma reflexão sobre a formação do Brasil, com o intuito de analisar rupturas e continuidades entre a colonização e a contemporaneidade.

Em seguida, no texto “Ciência (s) e contemporaneidade em Hugh Lacey: contribuições teórico-metodológicas”, escrito por Nicole Cavalcanti Silva e Luiz Ricardo Oliveira Santos, o objetivo é discutir as principais contribuições epistemológicas do autor Hugh Lacey para as ciências contemporâneas, por meio de obras do autor e de outras bibliografias que dialogam com tais discussões. 

Cassiano Celestino de Jesus, autor do terceiro artigo “História e Teoria Queer: possibilidades nas margens”, busca apresentar as potencialidades de se “queerizar” a História, apontando, desta forma, a teoria queer como um novo caminho e uma nova possibilidade para a pesquisa histórica.

Sobre a Segunda Guerra Mundial, temos dois artigos: o de Anailza Guimarães Costa, “As instruções para soldados americanos e britânicos na II Guerra Mundial: uma análise comparativa (1942-1945)”, com o objetivo de analisar, em perspectiva comparada, manuais de instruções produzidos pelos Estados Unidos e Grã-Bretanha na II Guerra Mundial. E o de Andreza Santos Cruz Maynard, “Cinemas em Aracaju durante a Segunda Guerra Mundial: uma análise histórica”, no qual a historiadora analisa o cotidiano dos cinemas da capital sergipana no período do conflito mundial (1939-1945).

No penúltimo capítulo, Adriana Mendonça Cunha analisa a colaboração de pesquisador Robert King Hall no programa de educação rural, coordenado pelo Instituto Nacional de Estudos Pedagógicos (INEP), na gestão de Eurico Gaspar Dutra. O objetivo da autora é discutir o modelo de escola e docente preconizados pelo programa, a partir da análise dos relatórios produzidos por Hall.

Por fim, temos a resenha produzida por Laís Kalena Salles Aragão, da obra “Que emoção! Que emoção?”, produzida pelo filósofo e historiador da arte Georges Didi-Huberman, apresentada em 13 de abril de 2013, no Teatro de Montreuil, em Paris, e publicada em língua portuguesa no ano de 2016 pela Editora 34.

Esperamos que os leitores do Boletim Historiar apreciem os textos publicados nesta edição e que, se puderem, fiquem em casa.

Os editores.

Fonte da imagem: Fonte: NewsLab.

Publicado: 2020-05-04
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