https://seer.ufs.br/index.php/historiar/issue/feed Boletim Historiar 2020-09-14T13:33:09-03:00 Dilton C S Maynard historiar@getempo.org Open Journal Systems <p><strong>Escopo</strong>: A revista eletrônica <strong>Boletim Historiar</strong> (Qualis A4) é um periódico científico editado pelo <strong>Grupo de Estudos do Tempo Presente (GET/UFS/CNPq),&nbsp;</strong>radicado no Departamento de História da Universidade Federal de Sergipe. Embora seja produzida por um grupo de pesquisa em História, a revista não se limita a aceitação de textos com temáticas específicas da área, mas, espera receber contribuições de alunos, graduados e pós-graduados, e profissionais das diversas áreas das humanidades: História, Geografia, Comunicação, Educação, Literatura, Ciências Sociais, Psicologia, Relações Internacionais, Arqueologia, dentre outras. Informamos a todos os interessados em apresentar&nbsp;<strong>artigos e resenhas</strong>&nbsp;para publicação que os mesmos são recebidos em&nbsp;<strong>fluxo contínuo</strong>. A revista tem como politica de acesso aberto. Não cobra nenhuma taxa de processamento dos artigos.<br><strong>E-ISSN</strong>: 2357-9145</p> https://seer.ufs.br/index.php/historiar/article/view/14378 Verdade, política e fake news: reflexão à luz da obra de Hannah Arendt 2020-09-14T13:32:55-03:00 Saulo Barbosa historiar@getempo.org <p>Este artigo discute, a partir da obra de Hannah Arendt, a produção contemporânea de Fake news nas mídias sociais. O artigo mostra como a obra de Arendt traz questões de pesquisa relevantes para compreensão das fake news enquanto arma política. Para isso, partiu-se dos ensaios Verdade e Política (1967) e A mentira na política (1969) para se pensar a produção sistemática de notícias falsas e seus usos políticos. Argumenta-se aqui que a disseminação de Fake news, na medida em que nega ou altera discursivamente a realidade dos fatos para moldálos a crenças ideológicas, compromete o funcionamento das mídias sociais enquanto espaço público. <br><strong>Palavras-chave:</strong> Fake news; Redes Sociais; Política; Hannah Arendt; Pós-Verdade </p> 2020-09-11T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Boletim Historiar https://seer.ufs.br/index.php/historiar/article/view/14379 Legião Brasileira de Assistência e políticas sociais: primeiro-damismo, gênero e assistência social 2020-09-14T13:32:57-03:00 Taiana de Oliveira historiar@getempo.org Ismael Gonçalves Alves historiar@getempo.org <p>O presente artigo analisa as nuances da assistência social prestadas pela Legião Brasileira de Assistência (LBA) durante as décadas de 1940 e 1950. Acatando a um processo de feminilização da filantropia em curso nos países Ocidentais desde o século XIX, a LBA foi fundada em agosto de 1942 pela então primeira-dama Darcy Vargas e contou com um corpo assistencial formado majoritariamente por mulheres. Para a instituição, fundamentada em preceitos de feminilidade e um discurso de gênero difundido pela literatura romântica e médicocientífica, a identidade feminina era indissociável da maternidade. Nesse sentido, relacionava as mulheres aos trabalhos domésticos e de cuidados, funções consideradas “naturalmente” femininas. Objetiva-se, neste trabalho, compreender as relações de gênero intrínsecas a Legião Brasileira de Assistência, refletindo sobre as formas de atuação política feminina conquistada através da filiação na LBA. <br><strong>Palavras-chave</strong>: Relações de Gênero. Primeiro-Damismo Brasileiro. Assistência Social. Legião Brasileira de Assistência. <br><br></p> 2020-09-11T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Boletim Historiar https://seer.ufs.br/index.php/historiar/article/view/14380 “É hora de transformar o que não dá maisI”: O estado da arte da pesquisa sobre a Pastoral da Juventude nas áreas Sociologia, História, Serviço Social e Comunicação 2020-09-14T13:33:00-03:00 Joilson de Souza Toledo historiar@getempo.org <p>Dentro da construção de aportes para a investigação acadêmica, a sistematização do Estado da Arte da pesquisa sobre um determinado objeto é um passo primordial. Nos últimos 20 anos, iniciativas objetivando reconhecer o que tem sido pesquisado sobre juventudes cresceram e se consolidaram. Focando nas investigações sobre juventudes e religião, há um longo caminho pela frente. O presente artigo propõe-se a dar mais um passo na elaboração do Estado da Arte da pesquisa sobre a Pastoral da Juventude (PJ), concentrando-se nas áreas da Sociologia, História, Serviço Social e Comunicação. Do período de 1990 a 2019, somam-se doze dissertações e uma tese. Após apresentar os Programas de Pós-Graduação, os autores e as pesquisas, apresentam-se as dimensões e aspectos da PJ investigados. <br><strong>Palavras-chave:</strong> Pastoral da Juventude. Pesquisa. Humanidades. </p> 2020-09-11T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Boletim Historiar https://seer.ufs.br/index.php/historiar/article/view/14381 A Região do Vêneto e a Emigração para o Rio Grande do Sul 2020-09-14T13:33:03-03:00 Marinilse Marina historiar@getempo.org <p>O artigo tem como principal objetivo fazer uma análise da região italiana do Vêneto, que sofreu com as invasões estrangeiras em função da proximidade fronteiriça e foi palco de insatisfações internas populares. Esse contexto, associado ao movimento italiano conhecido como Risorgimento, apoiado pela dinastia de Savoia, teve como resultado a unificação italiana. Tida como esperança de melhoria socioeconômica, a unificação atingiu esse objetivo apenas por um curto prazo de tempo, obrigando um número significativo da população a buscar novas possibilidades econômicas. Esse cenário, ligado à propaganda emigracionista para o Brasil, fomentou, durante o período de 1876II a 1901III, uma emigração em massa para o estado do Rio Grande do Sul, que tinha como interesses a colonização, a defesa fronteiriça e o “branqueamento” da população. Para esta análise, utilizou-se o método historiográfico comparado, caracterizado por uma abordagem empírica, com base no estudo macroemigratório. <br><strong>Palavras-chave</strong>: Itália. Vêneto. Emigração. Rio Grande do Sul. </p> 2020-09-11T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Boletim Historiar https://seer.ufs.br/index.php/historiar/article/view/14382 O ofício da Renda Irlandesa: Estudo de campo Sergipe e Rio de Janeiro 2020-09-14T13:33:05-03:00 Heyse Souza de Oliveira historiar@getempo.org <p>O presente artigo aborda o ensino da disciplina “trabalhos manuais” em escolas voltadas para o público feminino, através da criação de decretos imperiais a partir de 1920, tomando como objeto de estudo a comparação entre os estados de Sergipe e Rio de Janeiro, e o aprendizado e confecção do artesanato Renda Irlandesa. O estudo traz reflexões acerca de bibliografias disponíveis e entrevistas realizadas no ano de 2017 para a escrita de dissertação de mestrado em História da autora, e discute a necessidade de entender como se disseminou a tradição da Renda Irlandesa no Brasil, visto que a cidade de Divina Pastora, Sergipe, é considerada o maior polo de Renda Irlandesa do país. Estudos apontam que a relação da produção do artesanato em Sergipe se dá por dois fortes elos que se entrelaçam. São eles: origem da renda vinda da Europa (Irlanda) e mulheres da alta aristocracia sergipana que posteriormente disseminaram o conhecimento na região. <br><strong>Palavras-Chave</strong>: Renda Irlandesa; Ensino; Divina Pastora. </p> 2020-09-11T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Boletim Historiar https://seer.ufs.br/index.php/historiar/article/view/14383 O que é ser “piauí”? A representação dos migrantes nordestinos em um município paulista (1980-2020) 2020-09-14T13:33:06-03:00 Bruno César Pereira historiar@getempo.org Ancelmo Schörner historiar@getempo.org <p>O presente artigo propõe realizar uma análise da expressão “piauí”, que foi, e é, utilizada cotidianamente para representar migrantes nordestinos no município de Orlândia-SP. Destacaremos que tal expressão foi utilizada, em um primeiro momento, como forma de se referir aos primeiros migrantes que, em sua maioria, possuíam sua naturalidade ligada ao estado do Piaui. Todavia, com o passar dos anos, inúmeros indivíduos realizaram o processo migratório Nordeste-Sudeste, advindos de diferentes Estados nordestinos, mas a forma de se referir ao grupo migrante permaneceu a mesma. Neste sentido, nossa proposta é evidenciar que a expressão “piauí”, cunhada inicialmente para representar um grupo específico de migrantes, se ampliou, seja ao englobar os diferentes migrantes nordestinos, presentes no município, bem como passou a construir um imaginário coletivo do que representava ser um “piauí”, envolvendo uma série generalizações, como o gosto musical, aptidões ao trabalho, entre outras. <br><strong>Palavras-Chave:</strong> Migração Nordestina; Orlândia-SP; Cotidiano; Piaui.</p> 2020-09-11T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Boletim Historiar https://seer.ufs.br/index.php/historiar/article/view/14384 Da Europa a Sergipe: A Segunda Guerra Mundial através de diferentes perspectivas 2020-09-14T13:33:09-03:00 Thayná da Silva Fernandes historiar@getempo.org 2020-09-11T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Boletim Historiar