https://seer.ufs.br/index.php/historiar/issue/feed Boletim Historiar 2021-09-30T16:50:36-03:00 Dilton C S Maynard historiar@getempo.org Open Journal Systems <p><strong>Foco e Escopo</strong></p> <p>A revista eletrônica&nbsp;<strong>Boletim Historiar</strong>&nbsp;(Qualis A4) é um periódico científico de acesso aberto, editado pelo&nbsp;<strong>Grupo de Estudos do Tempo Presente (GET/UFS/CNPq),</strong>&nbsp;radicado no Departamento de História da Universidade Federal de Sergipe (UFS). A revista aceita trabalhos de graduandos, pós-graduandos, professores e pesquisadores da área de <strong>História</strong>. Informamos a todos os interessados em apresentar&nbsp;<strong>artigos e resenhas</strong>&nbsp;para publicação que os mesmos são recebidos em&nbsp;<strong>fluxo contínuo</strong>. Não cobramos nenhuma taxa de processamento de artigos.</p> <p><strong>E-ISSN</strong>: 2357-9145</p> https://seer.ufs.br/index.php/historiar/article/view/16508 Notas históricas sobre a reconversão cultural na al Qa’idah 2021-09-30T16:50:35-03:00 Gilvana de Fátima Figueiredo Gomes historiar@getempo.org <p>O texto tem como objetivo avaliar as ações de reconversão cultural da rede al Qa’idah. São analisados alguns dados do itinerário da organização, bem como a revista Inspire (2010-2017); a investigação baseia-se nos debates dos Estudos Culturais que apontam para a dinamicidade da cultura, ainda que em grupos caracterizados por um apelo à tradição. Em posição contrária à lógica do orientalismo, argumenta-se que o grupo criado por Ibn Ladin sustenta suas intervenções em processos de apropriação de bens culturais e atualizações estratégicas de discussões religiosas. <br><br><strong>Palavras-chave:</strong> al Qa’idah; estudos culturais; reconversão cultural. <br><br></p> 2021-09-30T15:21:46-03:00 Copyright (c) 2021 Boletim Historiar https://seer.ufs.br/index.php/historiar/article/view/16509 Raízes do 11 de setembro: entre a jihad global e o Binladenismo 2021-09-30T16:50:35-03:00 Gilvan Figueiredo Gomes historiar@getempo.org <p>Na manhã de 11 de setembro de 2001, o mundo assistiu a ataques inimagináveis até então. A série de ataques aos EUA ficaram marcados pelas imagens do World Trade Center sendo atingidos por dois aviões. As respostas sobre os responsáveis não demoraram e logo o mundo se habituou ao personagem Osama Bin Laden (1957-2011). Entender o saudita significava compreender as ideias por trás dos ataques, e uma das propostas de análise foi o termo Binladenismo, definido como uma visão extremista do islã que acreditava estar em guerra com os EUA e o Ocidente. No presente artigo, partimos da bibliografia especializada para explorar como o movimento encampado por Bin Laden se desenvolveu, bem como a participação do personagem para além dos atentados. De partida, questionamos a viabilidade da noção Binladenismo, mas a utilizamos para identificar o desenvolvimento do jihadismo salafista nas décadas finais do século XX. É nosso objetivo entender que as ações de Bin Laden, mesmo extraordinárias, foram parte de um processo iniciado em meados dos anos 1960. Por fim, propomos brevemente uma nova interpretação para o Binladenismo como um fenômeno pós-11 de setembro e não anterior.</p> <p><br><strong>Palavras-chave:</strong> Binladenismo; 11 de setembro; jihad.</p> 2021-09-30T15:37:52-03:00 Copyright (c) 2021 Boletim Historiar https://seer.ufs.br/index.php/historiar/article/view/16510 Susan Sontag e o 11 de Setembro: entre posicionamentos e impressões de tempo nos Estados Unidos 2021-09-30T16:50:35-03:00 Igor Lemos Moreira historiar@getempo.org <p>O objetivo deste trabalho, de perfil ensaístico, é analisar as significações imediatas do 11 de setembro de 2001, em especial o Atentado às Torres Gêmeas, através dos debates empreendidos publicamente por Susan Sontag em seus escritos. Através de um conjunto de dois ensaios e uma entrevista, presentes na obra At The Same Time (publicada no Brasil com o título “Ao mesmo tempo”) de 2007, na qual a autora tematizou os ataques, refletimos sobre as discussões da queda do World Trade Center como símbolo da crise de uma narrativa nacional dos Estados Unidos. A partir da História do Tempo Presente e da narrativa ensaística de Susan Sontag, elaborada em contextos latentes por significação, este trabalho analisa a formulação de posicionamentos da autora logo após o 11 de setembro, nos quais procurou pensar criticamente o significado daqueles atos terroristas, contrariando um discurso que mídia e governo tentavam criar de sensibilização global frente às mortes. <br><br><strong>Palavras-Chave:</strong> 11 de setembro; Susan Sontag; Estados Unidos; História do Tempo Presente</p> 2021-09-30T15:43:52-03:00 Copyright (c) 2021 Boletim Historiar https://seer.ufs.br/index.php/historiar/article/view/16511 The falling man: terrorismo, comunicação e vertigem 2021-09-30T16:50:35-03:00 Eduardo Yuji Yamamoto historiar@getempo.org <p>Jean Baudrillard foi dos pensadores a realizar uma profunda reflexão sobre o 11 de setembro colocando no centro desse acontecimento os meios de comunicação. A partir de alguns de seus conceitos, busca-se analisar uma das fotografias mais emblemáticas do atentado, The falling man, de Richard Drew, considerada aqui uma imagem-evento, já que promove uma descontinuidade no mundo planificado da informação (êxtase da comunicação). Duas premissas embasam este texto: 1) a ideia maniqueísta de que o terrorismo e a globalização (sistema) avançam juntos, que uma é eventualmente o motor da outra – fato que se exprime na busca frenética de sentido à referida imagem, a fim de reparar um dano sistêmico; 2) a suspeita de que a explosão desse sistema pode vir da intensificação de seu limite, isto é, de um êxtase negativo. <br><br><strong>Palavras-chave:</strong> media; biopolítica; imagem-evento; 11 de setembro.</p> 2021-09-30T16:28:12-03:00 Copyright (c) 2021 Boletim Historiar https://seer.ufs.br/index.php/historiar/article/view/16512 Da virtude inabalável ao questionamento desiludido: uma análise do agente contraterrorismo no cinema estadunidense pós-11 de setembro 2021-09-30T16:50:36-03:00 Andrey Augusto Ribeiro dos Santos historiar@getempo.org <p>Este artigo busca analisar como os atentados de 11 de setembro de 2001 e a resposta dada pela comunidade internacional, a Guerra ao Terror, influenciou a produção fílmica estadunidense no recorte temporal compreendido entre os anos de 2005 e 2013, observando as discussões que surgem a partir da representação do agente contraterrorista. Esses atentados impactaram fortemente o mundo, principalmente os Estados Unidos, de uma maneira negativa, voltando os olhares para o terrorismo enquanto um problema internacional e sendo responsável pelo surgimento de uma série de traumas. Considerando o Cinema como um produto da sociedade que o produz, é possível analisar como esse contexto influenciou os filmes do período. Assim, utilizando o método comparativo, será observado aqui um grupo de filmes produzidos dentro do recorte temporal escolhido para a análise, dentre os quais os principais são Munique (Munich, no original, 2005), O Traidor (Traitor, no original, 2008) e Rede de Mentiras (Body of Lies, no original, 2008). <br><br><strong>Palavras-Chave:</strong> Atentados de 11 de setembro de 2001; Cinema; Terrorismo.</p> 2021-09-30T16:34:09-03:00 Copyright (c) 2021 Boletim Historiar https://seer.ufs.br/index.php/historiar/article/view/16513 Canções para tempos sombrios: a música nos embates de memorialização do 11 de Setembro 2021-09-30T16:50:36-03:00 Carolline Acioli Oliveira Andrade historiar@getempo.org <p>Ao completar vinte anos dos ataques às “Torres Gêmeas” (2001), símbolos do capitalismo global e principais edifícios do complexo World Trade Center, na cidade de Nova York, uma nova década convida a reflexões acerca da força simbólica que esse fato alcançou na história contemporânea. Este texto analisa oito canções produzidas na primeira década após o atentado, tendo como objetivo propor um debate acerca dos distintos significados e discursos sobre o evento. Utilizamos fontes jornalísticas, escritas e em vídeo, para acompanhar a trajetória das produções musicais e sua relação com os debates em torno do 11 de setembro. Para compreender essa disputa de narrativas, confrontamos a documentação oficial e o pronunciamento do então presidente George W. Bush com as críticas de Chomsky. Do patriotismo à crítica do imperialismo norte-americano, essas canções dão voz às clivagens da sociedade estadunidense e demonstram como a música pode ser um forte instrumento no processo da construção de sentidos, memórias e representações de um povo diante de seus traumas históricos. </p> <p><strong>Palavras-chave:</strong> Música; Memória; 11 de setembro; Construção simbólica. </p> 2021-09-30T16:44:11-03:00 Copyright (c) 2021 Boletim Historiar https://seer.ufs.br/index.php/historiar/article/view/16514 Guerra do Iraque e liberdade de informação através de Official Secrets 2021-09-30T16:50:36-03:00 Katty Cristina Lima Sá historiar@getempo.org 2021-09-30T16:49:56-03:00 Copyright (c) 2021 Boletim Historiar