https://seer.ufs.br/index.php/interdisciplinar/issue/feed Interdisciplinar - Revista de Estudos em Língua e Literatura 2021-05-21T19:42:59-03:00 Carlos Magno Gomes calmag@bol.com.br Open Journal Systems <p><strong>Escopo</strong>: A<strong> Interdisciplinar - Revista de estudos em língua e literatura - ISSN 1980-8879 -&nbsp; </strong>foi fundada em 2006,&nbsp; com a criação do primeiro curso de Pós-Graduação em Letras (<em>Lato Sensu</em>) &nbsp;do Campus de Itabaiana da UFS, com o objetivo de divulgar pesquisas interdisciplinares. &nbsp;Com o tempo, a revista se expandiu e passou a divulgar trabalhos de diversos Programas de Pós-Graduação (<em>Stricto Sensu</em>. O Conselho Editorial é composto por pesquisadores do Brasil, dos Estados Unidos, Portugal, Espanha e França. Os volumes são organizados em parcerias e colaborações nacionais e internacionais com dossiê e seção livre, que podem ser divididos em Estudos Literários, Estudos Linguísticos e Interdisciplinares, de acordo com a temática proposta<strong>. </strong>Tanto o Dossiê, quanto a Seção Livre recebem artigos inéditos com ênfase em estudos interdisciplinares da área dos Estudos Literários e Linguísticos.&nbsp;<br><strong>DOI</strong>: <a href="https://doi.org/10.47250/intrell">10.47250/intrell</a><br><strong>E-ISSN</strong>: 1980-8879&nbsp;<br><strong>Qualis</strong>: B2 - <strong>Linguística e Literatura <span style="font-size: 10px;">(Quadriênio 2013-2016)</span></strong></p> https://seer.ufs.br/index.php/interdisciplinar/article/view/14206 Expediente 2021-05-21T19:21:41-03:00 2021-05-20T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Interdisciplinar - Revista de Estudos em Língua e Literatura https://seer.ufs.br/index.php/interdisciplinar/article/view/14185 Apresentação 2021-05-21T19:21:41-03:00 Carlos Magno Gomes calmag@bol.com.br 2021-05-20T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Interdisciplinar - Revista de Estudos em Língua e Literatura https://seer.ufs.br/index.php/interdisciplinar/article/view/15685 ELAS ESCREVEM SOBRE O QUÊ?: TEMÁTICAS DO ROMANCE BRASILEIRO CONTEMPORÂNEO DE AUTORIA FEMININA 2021-05-21T19:32:08-03:00 Lúcia Osana Zolin luciazolin@yahoo.com.br <p>Nosso objetivo neste artigo é analisar o tratamento conferido às temáticas mais recorrentes no romance contemporâneo de autoria feminina. O corpus que serviu de base à análise foi constituído por 151 romances escritos por mulheres e publicados pelas editoras brasileiras Rocco, Record e Companhia das Letras, entre os anos 2000 e 2015. A metodologia compreendeu o reconhecimento, a problematização e a interpretação das constantes temáticas que nutrem essa produção. O aporte teórico pressupõe uma perspectiva multidisciplinar que aborda o texto literário em suas interseções com o contexto sociocultural em que emerge e com teorias nascidas para pensar o mundo contemporâneo e suas manifestações artísticas, com ênfase na teoria crítica feminista.</p> <p><strong>PALAVRAS-CHAVE</strong>: Autoria feminina. Romance contemporâneo. Temáticas. Subversões feministas.</p> 2021-05-20T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Interdisciplinar - Revista de Estudos em Língua e Literatura https://seer.ufs.br/index.php/interdisciplinar/article/view/15688 LEITORES EM DIFERENTES TEMPOS: A RECEPÇÃO DO CONTO FELICIDADE CLANDESTINA, DE CLARICE LISPECTOR 2021-05-21T19:34:01-03:00 Neide Luzia de Rezende neirez@usp.br <p>O artigo trata da recepção de “Felicidade clandestina”, de Clarice Lispector, considerando certas representações dos leitores especializados (professores e alunos de Letras, por exemplo) em diferentes épocas e circunstâncias que vêm sendo confrontadas pelos novos leitores (alunos da educação básica). As observações foram colhidas nas atividades docentes na Universidade de São Paulo, e o referencial teórico, além da fortuna crítica relativa ao conto, é composto pelos autores que tratam da Estética da Recepção, especialmente, Hans Robert Jauss e Wolfgang Iser, ao mesmo tempo em que se adota parte da interpretação do conto feita por Y. Rosenbaum (2006).</p> <p><strong>PALAVRAS-CHAVE</strong>: Recepção Estética. Leitora Ideal. Clarice Lispector. Felicidade Clandestina.</p> 2021-05-20T07:26:30-03:00 Copyright (c) 2021 Interdisciplinar - Revista de Estudos em Língua e Literatura https://seer.ufs.br/index.php/interdisciplinar/article/view/15689 “DETRÁS DA CLARABOIA / UM ROSTO, OUTRO, OBSERVANDO-SE, / OBSERVANDO-NOS” 2021-05-21T19:34:53-03:00 Annabela Rita annabela.rita@gmail.com <p>Neste trabalho, observar-se-á o modo como a obra <em>Memorial do Convento</em> (1982), de José Saramago, desenvolve uma reflexão sobre a cultura portuguesa através de jogos de espelhos entre textos, imaginários, símbolos e épocas. Recorrendo a processos contrapontísticos, de <em>chiaroscuro</em> e de <em>sfumato</em>, Saramago entrelaça <em>memorialmente</em> passado e presente, utopia e distopia, espaços sociais diversos (corte, clero e povo), realidade e visionarismo, realidade e ficção, Romantismo e actualidade, vida e morte…</p> <p><strong>PALAVRAS-CHAVE</strong>: <em>Memorial do Convento</em>. Utopia. Distopia. Espaços sociais.</p> 2021-05-20T08:05:03-03:00 Copyright (c) 2021 Interdisciplinar - Revista de Estudos em Língua e Literatura https://seer.ufs.br/index.php/interdisciplinar/article/view/15690 ENSINO DE LITERATURA, LEITURA LITERÁRIA E LETRAMENTO LITERÁRIO: UMA DESAMBIGUAÇÃO 2021-05-21T19:35:42-03:00 Rildo Cosson rcosson@gmail.com <p>O ensino de literatura, embora possa ser rastreado em textos que remontam à Antiguidade, somente a partir da segunda metade do século XX passa a receber maior atenção de estudiosos, constituindo-se em um espaço de reflexão na confluência das áreas de Educação e Letras. Nessas duas primeiras décadas do século XXI, esse espaço tem se expandido e já parece indicar um campo de estudo específico, o que tem levado ao uso frequente e polissêmico dos termos ensino de literatura, leitura literária e letramento literário como sinônimos ou, pelo menos, intercambiáveis. Neste estudo, propomos realizar uma desambiguação desses três termos e estimular a discussão sobre seus limites conceituais por meio de uma reflexão crítico-bibliográfica.</p> <p><strong>PALAVRAS-CHAVES</strong>: Ensino de literatura. Leitura literária. Letramento literário. Desambiguação.</p> 2021-05-20T08:50:22-03:00 Copyright (c) 2021 Interdisciplinar - Revista de Estudos em Língua e Literatura https://seer.ufs.br/index.php/interdisciplinar/article/view/15691 UM CORPO TODO SEU: JUDITH TEIXEIRA, FLORBELA ESPANCA E MARIA TERESA HORTA 2021-05-21T19:38:05-03:00 Isa Vitória Severino isaseverino@ipg.pt Jonas Leite jonasleite@hotmail.com <p>No âmbito da nossa participação, pretendemos, numa perspectiva diacrónica, analisar alguns poemas de três escritoras portuguesas – Judith Teixeira (1880-1958), Florbela Espanca (1894-1930) e Maria Teresa Horta (1937-). A nossa escolha recai sobre as três mulheres poetas quer pelo papel que assumiram na sociedade portuguesa, quer pelos temas que emergem da sua poesia, exaltando o corpo e, através dele, a liberdade de expressão e a voz femininas. Assim, num diálogo intertextual e a duas vozes, propomos (re)visitar poemas das autoras em questão que melhor ilustram a temática em análise. </p> <p><strong>PALAVRAS-CHAVE</strong>: Poesia. Corpo. Transgressão. Judith Teixeira. Florbela Espanca. Maria Teresa Horta.</p> 2021-05-20T10:21:46-03:00 Copyright (c) 2021 Interdisciplinar - Revista de Estudos em Língua e Literatura https://seer.ufs.br/index.php/interdisciplinar/article/view/15692 POESIA E JÚBILO EM HILDA HILST 2021-05-21T19:38:38-03:00 Alexandre de Melo Andrade alexandremelo06@uol.com.br <p>Em <em>Júbilo</em>,<em> Memória</em>,<em> Noviciado da paixão</em>, Hilda Hilst provoca uma atmosfera poética caracterizada pela própria experiência poética, situando a figura do poeta na gestação da palavra, no êxtase da imaginação, numa constante espera de um outro, do encontro, mas que se alimenta mais da expectativa do que da presença física do ser amado. Nesse sentido, a relação estabelecida entre a poeta e o homem pode ser aproximada à relação da poesia com a divindade. A última parte da obra, intitulada “Poemas aos homens do nosso tempo”, possibilita considerações sobre a sobrevivência da poesia num mundo mutilado pela necessidade de riqueza e poder. Pretendemos, então, tematizar essa oposição. Para tais discussões, traremos considerações de Staiger (1997), Bosi (2000), Pécora (2001), dentre outros.</p> <p><strong>PALAVRAS-CHAVE</strong>: Hilda Hilst. Poesia. Júbilo. Sagração.</p> 2021-05-20T11:17:17-03:00 Copyright (c) 2021 Interdisciplinar - Revista de Estudos em Língua e Literatura https://seer.ufs.br/index.php/interdisciplinar/article/view/15693 EXPERIÊNCIAS LEITORAS DE UMA LEITURA LITERÁRIA SUBJETIVA 2021-05-21T19:39:21-03:00 Maria de Fátima Berenice da Cruz fatimaberenice@terra.com.br <p>O presente texto demarca o espaço da experiência de um observatório de leitura para educação básica, composto por estudantes do curso de Letras que encontram-se em processo de formação inicial para docência. Os atores aqui envolvidos na experiência participaram do Componente curricular Literatura e Recepção entre os meses de outubro de 2019 a fevereiro de 2020. Foi utilizado como técnica de coleta as rodas de conversas (gravadas), as séries didáticas de leitura e a produção de relatos e diários de leitura. Esse material coletado foi analisado à luz do Método recepcional (ROUXEL), da produção de subjetividade (CANDAU, ECO, BARTHES) do conceito de Memória (RICOEUR, MANGUEL) para então chegarmos ao entendimento de como seria a educação literária de caráter emancipatório (COSSON, GOMES).</p> <p><strong>PALAVRAS-CHAVE</strong>: Leitura. Literatura. Leitor.</p> 2021-05-20T12:15:47-03:00 Copyright (c) 2021 Interdisciplinar - Revista de Estudos em Língua e Literatura https://seer.ufs.br/index.php/interdisciplinar/article/view/15694 “CAMINHO SE FAZ AO ANDAR”: POEMA DE CHILE E LOS REINOS DORADOS 2021-05-21T19:40:12-03:00 Christina Ramalho ramalhochris@hotmail.com Gisela Reis de Gois gisela-reis@hotmail.com <p>Estudo comparado das obras <em>Poema de Chile</em>, da chilena Gabriela Mistral, publicado em 1967, e <em>Los Reinos Dorados</em>, de autoria do boliviano Homero Carvalho, publicado em 2007, à luz da teoria épica do discurso, de Silva, e de reflexões sobre o deslocamento histórico-geográfico como forma dual de autoconhecimento e de mapeamento da terra pátria, com destaque para a função do/a guia. A abordagem, dialogando com especialistas, levará em consideração a tradição do expansionismo colonizador, contrapondo-a ao expansionismo nacionalista, evidenciando os traços próprios das duas epopeias latino-americanas e o resgate de um <em>epos</em> que realiza o simbólico apagamento da conquista da terra pela força bélica e aculturadora para colocar em cena o resgate mítico da Mãe Terra e da Mãe Água, que resulta de viagens motivadas pelo encontro simultaneamente amoroso e crítico com a pátria chilena e a pátria boliviana, respectivamente. </p> <p><strong>PALAVRAS-CHAVE</strong>: Epopeia. Expansionismo. Los Reinos Dorados. Poema de Chile. Guia.</p> 2021-05-20T13:42:59-03:00 Copyright (c) 2021 Interdisciplinar - Revista de Estudos em Língua e Literatura https://seer.ufs.br/index.php/interdisciplinar/article/view/15697 ELIZABETH BISHOP, ARMÁRIO E GOZO: DINÂMICAS DO EROTISMO 2021-05-21T19:40:52-03:00 Tiago Barbosa da Silva tiagob_s@yahoo.com.br <p>Em carta e nos poemas <em>O banho de xampu</em> e <em>Canção do tempo das chuvas</em>, Elizabeth Bishop (2006, 2011 e 2012) representa Key West, na Flórida, e a Casa de Samambaia, em Petrópolis, no Rio de Janeiro, retratando-os como lugares de maior acolhimento para sua subjetividade e sexualidade. Nesses textos, a poeta revela um jogo erótico com o lugar, dinamizado pelo soterramento de sua intimidade em descrições, aparentemente, neutras da realidade. Essa dinâmica sugere há existência de um jogo libidinal entre a insinuação de um segredo e, ao mesmo tempo, a manutenção de seu sigilo. Dona de uma poética do armário (SEDGWICK, 2007), Bishop, uma mulher lésbica, nesses textos, aponta para experiências íntimas, marcadas pela <em>jouissance</em>, pela relação erótica com o lugar (BATAILLE, 1987). Neste ensaio, proponho pensar esse jogo, destacando expressões de gozo simulacradas na relação com o ambiente, um gozo que se realiza à revelia da opressão, da hostilidade de gênero e do preconceito (LUGONES, 2019).</p> <p>PALAVRAS-CHAVE: Elizabeth Bishop. Representações da Intimidade. Erotismo. Armário. Gozo.</p> 2021-05-20T14:43:27-03:00 Copyright (c) 2021 Interdisciplinar - Revista de Estudos em Língua e Literatura https://seer.ufs.br/index.php/interdisciplinar/article/view/15699 A LINGUAGEM NULA: UMA LEITURA FILOSÓFICA DA POESIA DE SARA SÍNTIQUE 2021-05-21T19:41:39-03:00 Fernando de Mendonça nandodijesus@gmail.com <p>Com o objetivo de iluminar a obra da jovem poeta cearense Sara Síntique, autora dos livros <em>Corpo Nulo</em> (2015) e <em>Água ou Testamento Lírico a Dias Escassos</em> (2019), apropriamo-nos da perspectiva fenomenológica de Gaston Bachelard sobre as propriedades poéticas da água (1942), assim como das reflexões que Maurice Blanchot (1959) delineia a partir de uma genealogia da linguagem poética nula. Ressaltamos em nossa leitura o apreço simbólico da autora por imagens e reflexos que irmanam a palavra poética ao corpo feminino, destacando o caráter metalinguístico de sua produção, autocentrada em uma busca primeira pela neutralidade da linguagem.</p> <p><strong>PALAVRAS-CHAVE</strong>: Poesia Brasileira Contemporânea. Autoria Feminina. Literatura e Filosofia. Fenomenologia da Água. Sara Síntique.</p> 2021-05-20T16:09:29-03:00 Copyright (c) 2021 Interdisciplinar - Revista de Estudos em Língua e Literatura https://seer.ufs.br/index.php/interdisciplinar/article/view/15700 POLÍTICAS DE LEITURA NA BAHIA: DESENCONTRO ENTRE PESQUISA, ENSINO E FORMAÇÃO DOCENTE 2021-05-21T19:42:25-03:00 Cláudia Martins Moreira cmmoreira@uneb.br <p>O trabalho busca refletir criticamente sobre o desencontro entre pesquisa, ensino e formação de professores em direção ao desenvolvimento da autonomia leitora nos estudantes da Educação Básica do Estado da Bahia (VARGENS, 2017). Questiona-se sobre a tradição em torno da proposta de <em>incentivo à leitura</em>, concebendo-a como um equívoco de origem, que impede historicamente a discussão sobre o fomento à pesquisa e a propostas de intervenção escolar visando ao desenvolvimento explícito das habilidades de leitura nos estudantes, através da intermediação do professor. Além disso, a formação mesma de um leitor subjetivo e expressivo (ROUXEL, 2012) fica comprometida na medida em que não se desenvolve ou não se promove autonomia leitora através do ensino explícito das habilidades necessárias para a conquista dessa autonomia. Coloca-se também em questão a necessidade de uma política integrada para promoção da leitura na Bahia. O Estado, embora tenha dado passos significativos em termos curriculares (BAHIA, 2013), ainda deixa a lacuna de uma proposição que vise articular as pesquisas, o ensino e os projetos de formação de professores voltados para a leitura. Pretende-se trazer para a discussão o papel de todos os atores institucionais envolvidos na produção do conhecimento e seu papel para contribuir para a solução desse fracasso secular em ensino de leitura, o qual, como consequência, atinge todos os estudantes brasileiros em todas as idades e séries escolares, principalmente nos estados do Nordeste, como apontam estudos que serão aqui relatados (MEC, 2018).</p> <p><strong>PALAVRAS-CHAVE</strong>: Políticas de pesquisa em leitura. Políticas de leitura. Currículo em leitura. Formação docente.</p> 2021-05-20T21:14:39-03:00 Copyright (c) 2021 Interdisciplinar - Revista de Estudos em Língua e Literatura https://seer.ufs.br/index.php/interdisciplinar/article/view/15701 O FANTÁSTICO NO GÊNERO CONTO DE TERROR 2021-05-21T19:42:59-03:00 José Ricardo Carvalho ricardocarvalho.ufs@hotmail.com <p>O gênero de conto de terror possui regularidades enunciativas que podem ser compreendidas à luz da literatura fantástica. Para analisar contos de terror, reconhecemos a dinâmica do modo literário fantástico que explica os acontecimentos da trama sob a lógica do extraordinário ou do sobrenatural. Para Todorov (1980), o conto de terror tem o objetivo de promover o efeito de hesitação no leitor perante fatos apresentados na narrativa. Sendo assim, estudamos o modo de formulação dos contos de terror a fim de compreender os desafios que esse tipo de texto estabelece ao leitor do ponto de vista linguístico-discursivo, considerando as reflexões dos estudos literários. </p> <p><strong>PALAVRAS-CHAVE</strong>: Gênero conto de terror. Literatura fantástica. Hesitação do leitor.</p> 2021-05-20T21:30:54-03:00 Copyright (c) 2021 Interdisciplinar - Revista de Estudos em Língua e Literatura