Revista Sergipana de Educação Ambiental https://seer.ufs.br/index.php/revisea <p><strong>Escopo</strong>: A Revista Sergipana de Educação Ambiental (ReviSea) é uma publicação exclusivamente eletrônica do Grupo de Estudos e Pesquisa em Educação Ambiental – GEPEASE/UFS&nbsp; e do Projeto Sala Verde na Universidade Federal de Sergipe/UFS. Fundada em 2014, com o objetivo de disseminar a produção, resultados e reflexões advindos de investigações científicas e metodológicas, bem como contribuir para consolidar abordagens formais e não formais e formar professores em Educação Ambiental (EA) no país.&nbsp;<br><strong>E-ISSN</strong>: 2359-4993</p> Universidade Federal de Sergipe pt-BR Revista Sergipana de Educação Ambiental 2359-4993 <p>Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:</p> <p>a. Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a&nbsp;<a href="http://creativecommons.org/licenses/by/3.0/" target="_new">Licença Creative Commons Attribution</a>&nbsp;que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.</p> <p>b. Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.</p> <p>c. 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Aline Lima de Oliveira Nepomuceno Andressa da Silva Copyright (c) 2021 Revista Sergipana de Educação Ambiental https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2021-05-30 2021-05-30 8 Especial 1 6 10.47401/revisea.v8iEspecial.15793 Editorial Dossiê Rio, Mar, Escola e Comunidade https://seer.ufs.br/index.php/revisea/article/view/15759 <p>Editorial Dossiê Rio Mar&nbsp;</p> Anézia Maria Fonsêca Barbosa Sindiany Suelen Caduda dos Santos Maria do Socorro Ferreira da Silva Copyright (c) 2021 Revista Sergipana de Educação Ambiental https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2021-05-30 2021-05-30 8 Especial 1 6 10.47401/revisea.v8iEspecial.15759 Prefácio Dossiê Rio, Mar, Escola e Comunidade https://seer.ufs.br/index.php/revisea/article/view/15758 <p>Prefácio Dossiê</p> Juliano José Corbi Copyright (c) 2021 Revista Sergipana de Educação Ambiental https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2021-05-30 2021-05-30 8 Especial 1 3 10.47401/revisea.v8iEspecial.15758 Sumário https://seer.ufs.br/index.php/revisea/article/view/15794 Profa. Dra. Aline Lima de Oliveira Nepomuceno Andressa da Silva Copyright (c) 2021 Revista Sergipana de Educação Ambiental https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2021-05-30 2021-05-30 8 Especial 1 4 10.47401/revisea.v8iEspecial.15794 Educação Ambiental e o Rio de Água Boa https://seer.ufs.br/index.php/revisea/article/view/15608 <p>Este artigo apresenta diálogos intergeracionais escola - comunidade garimpeira, responsável pela modificação no padrão hídrico regional, para gerar informação de recuperação superficial e subterrânea das nascentes do Rio Paraguaçu, na Chapada Diamantina. A metodologia tem como pressupostos pilares da inter/transdisciplinaridade e da pedagogia Freiriana, observando artesanatos típicos que reproduzem cenários locais em escala reduzida, as casinhas de pedra. Tendo esta tradição como partida, foi construída maquete representativa das “frinchas” garimpeiras, ou fraturas abertas antropocênicas, utilizando a “rocha matriz” de Igatu, em co-produção e parceria com artesãos locais, enquanto dialogava-se sobre as águas atuais e seus padrões no passado. O resultado da pesquisa gerou modelo didático para ensino - aprendizagem sobre aquíferos, envolvendo a comunidade escolar com seus antepassados, antigos garimpeiros da região, aliando saberes e meio ambiente, e usando a história ambiental como chave para recuperação de água boa, significado da palavra Igatu.</p> Mel Loureiro Marjorie Nolasco Joselisa Maria Chaves Copyright (c) 2021 Revista Sergipana de Educação Ambiental https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2021-05-24 2021-05-24 8 Especial 1 20 10.47401/revisea.v8iEspecial.15608 Um estudo do consumo de água no ambiente escolar e propostas de intervenções artísticas, para uma sensibilização lúdica https://seer.ufs.br/index.php/revisea/article/view/15621 <p>Estudos demonstram que formas mais eficiente de construção do ambiente escolar, deve considerar recursos lúdicos e desvencilhados do livro didático e da tradicional aula expositiva. Inserido nesse contexto, o presente trabalho se propôs a, através de diferentes intervenções artísticas, contribuir com a percepção sobre o uso racional da água, no ambiente escolar. Esta pesquisa realizada no Colégio Georgina de Mello, Feira de Santana – Ba, foram divididas em3 (três) etapas: 1) Fase diagnóstica, que analisou a comunidade e a percepção a respeito de locais com maior uso de água, existência de vazamentos, possíveis ações de redução de uso, e ainda a responsabilidade da gestão do uso, com eficiência, 2) As intervenções artísticas e 3) Diagnóstico, pós- intervenção. Conclui-se que o processo educativo baseado em intervenções artísticas demonstrou novas percepções, além de contar com a participação ativa da comunidade escolar, agregando-a, e permitindo a ampliação do entendimento e importância de todos os atores escolares no controle e gestão do uso da água, no ambiente escolar.</p> Taise Bomfim de Jesus Alessandro Oliveira Andrade Carlos Eduardo Veiga de Carvalho Copyright (c) 2021 Revista Sergipana de Educação Ambiental https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2021-05-24 2021-05-24 8 Especial 1 17 10.47401/revisea.v8iEspecial.15621 Entre práticas, memórias e grafias ambientais https://seer.ufs.br/index.php/revisea/article/view/15586 <p>Ao disciplinar o conhecimento científico, fragmentando os saberes como meio de especializar as formas de exploração da natureza, a ciência naturalizou a apropriação, levando o ser humano a pensar-se como um ser superior e externo a natureza. O ensino das ciências ambientais pode contribuir para a reflexão acerca dessas relações socioambientais, valorizando a identidade dos sujeitos e resgatando a outridade no trato com a natureza. O presente artigo apresenta a prática de ensino das ciências ambientais, como caminho para a desconstrução da objetificação da natureza, através da sensibilização do ser humano por meio de oficinas pedagógicas, como o espaço do corpo hídrico e práticas sustentáveis como os Anjos do Rio, que emanam olhares de respeito e outridade sobre os rios Piauí e Vaza-Barris, desenvolvidas em duas pesquisas pertencentes ao Programa de Pós-Graduação em Rede Nacional para o Ensino das Ciências Ambientais (PROFCIAMB) da Universidade Federal de Sergipe.</p> Felipe da Fonseca Souza Adriana Alves Núbia Dias dos Santos Copyright (c) 2021 Revista Sergipana de Educação Ambiental https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2021-05-24 2021-05-24 8 Especial 1 22 10.47401/revisea.v8iEspecial.15586 Ludicidade, Memória, e Aprendizagem https://seer.ufs.br/index.php/revisea/article/view/15489 <p>A finalidade deste trabalho foi construir uma atividade lúdica (jogo de memória) para potencialização da práxis ambiental da redução da pegada ecológica (redução da produção de resíduos sólidos domésticos per capita). O procedimento metodológico se inicia com a construção do Jogo de Memória, a qual se chama “Se Liga no Tempo”. O Jogo foi roteirizado com imagens coletadas em sites de disponibilização de imagens gratuitas e com a digitalização e hospedagem virtual por uma consultoria midiática. As principais conclusões foram: (i) o jogo foi construído e consolidado com sucesso; (ii) a performance dos jogadores e a construção do conhecimento foi potencializada a partir do jogo construído; (iii) os professores da educação básica validaram o jogo com um objeto educacional; e, após a atividade lúdica, os jogadores efetivaram a práxis ambiental, a reduzir a produção de resíduos sólidos domésticos per capita.</p> Adriana de Arruda Franco Otacilio Antunes Santana Copyright (c) 2021 Revista Sergipana de Educação Ambiental https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2021-05-24 2021-05-24 8 Especial 1 14 10.47401/revisea.v8iEspecial.15489 Água, conhecimento e ação local https://seer.ufs.br/index.php/revisea/article/view/15514 <p>A conscientização contextual sobre o manejo hídrico é uma oportunidade para reflexão sobre o papel que todos têm na manutenção deste recurso vital, de forma quantitativa e qualitativa. A pesquisa teve como objetivo elaborar uma cartilha sobre a utilização da água de maneira sustentável no município de Pesqueira/PE. A construção deste objeto educacional seguiu duas etapas: (i) levantamentos bibliográficos e documentais que relacionava a temática água nas esferas educativa, cidadã e ambiental, e (ii) pesquisa exploratória sobre os reservatórios de abastecimento de água no município. A audiência deste objeto foram os atores do Ensino Fundamental de Escolas Públicas. Ao final, a cartilha foi validada como um instrumento de aprendizagem, pois serviu de um elemento paradidático mediador do conhecimento no contexto educacional.</p> Maciara Gomes Leite da Silva Valéria Sandra de Oliveira Costa Copyright (c) 2021 Revista Sergipana de Educação Ambiental https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2021-05-24 2021-05-24 8 Especial 1 19 10.47401/revisea.v8iEspecial.15514 Sujeitos ecológicos e educação ambiental https://seer.ufs.br/index.php/revisea/article/view/15605 <p>O artigo apresenta uma discussão acerca da formação do sujeito ecológico e a condição de desenvolvimento de práticas sustentáveis do espaço que vivem os moradores da comunidade Santa Cruz em Brejão dos Negros, território quilombola localizado em Brejo Grande (SE). O objetivo proposto é discorrer sobre o papel do sujeito ecológico a partir do diagnóstico socioambiental e produtivo da comunidade Santa Cruz. A metodologia utilizada foi dividida em três etapas, sendo a primeira de compilação de dados secundários e bibliográficos, a segunda levantamento de dados primários, os quais foram adquiridos a partir de trabalho de campo e a terceira etapa fazer análise e tratamento dos dados em gabinete. Conclui-se que a população local, faz uso de forma sustentável dos espaços locais, na medida em que, procuram viabilizar todas as atividades econômicas realizadas na comunidade como meio de manutenção dos espaços naturais no processo de reprodução da vida e do capital</p> Marcio Eric Figueira dos Santos Anézia Maria Fonsêca Barbosa Márcia Eliane Silva Carvalho Copyright (c) 2021 Revista Sergipana de Educação Ambiental https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2021-05-24 2021-05-24 8 Especial 1 23 10.47401/revisea.v8iEspecial.15605 Pesquisa ação e aprendizagem significativa https://seer.ufs.br/index.php/revisea/article/view/15563 <p>O estudo constitui o recorte de pesquisa de mestrado, com o objetivo de descrever os encaminhamentos de um curso de extensão, desenvolvidos com estudantes da Licenciatura em Educação do Campo - Ciências da Natureza. A argumentação central é a pesquisa ação, como ferramenta para uma aprendizagem significativa, aplicando o tema gerador Água e Sustentabilidade. Vivencias compuseram um protocolo em seis etapas: I)-Diálogo inicial, II)-Realidade territorial e planejamento, III)-Fase de campo, IV)-Parâmetros físicos e químicos da água, V)-Biomonitoramento e índice BMWP’ e VI)-Diálogos finais e perspectivas de aplicação. Esse caminho ofereceu aos licenciandos subsídios para o enfrentamento dos desafios pedagógicos da prática docente. Os diálogos, aliados a aplicação dos conhecimentos em atividades práticas, balizados pelos conteúdos estruturantes da Biologia, Física e Química garantem a pertinência da trilogia Ensino, Pesquisa e Extensão. Oportunizando aos atores desta aprendizagem significativa um movimento de ações e reflexões sobre o ensinar e aprender.</p> Claudemira Vieira Gusmão Lopes Edinalva Oliveira Carlos Augusto dos Santos Faias Junior Copyright (c) 2021 Revista Sergipana de Educação Ambiental https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2021-05-20 2021-05-20 8 Especial 1 13 10.47401/revisea.v8iEspecial.15563 As práticas em educação ambiental nas escolas do campo em comunidades insulares https://seer.ufs.br/index.php/revisea/article/view/15591 <p>O artigo aborda a Educação Ambiental no contexto da Educação do Campo, em especial nas comunidades insulares, com o objetivo de apresentar a incorporação da Política Nacional de Educação Ambiental, nas ações e práticas pedagógicas em Educação Ambiental desenvolvidas nas Escolas do Campo das comunidades insulares de Paranaguá, município do litoral do Paraná. Fundamentou-se nos aportes legais das Diretrizes e Bases da Educação Nacional para compreender a política educacional da Educação do Campo e as flexibilizações no Projeto Pedagógico do Curso a partir da adequação curricular e metodologias apropriadas ao meio rural. A pesquisa foi desenvolvida utilizando-se os aportes teórico-metodológico da pesquisa-ação-participante, a problematização com o arco de Maguerez, os temas geradores e a aprendizagem por projetos, para a proposição das práticas em Educação Ambiental. Os resultados apontam que a diversidade social, cultural, econômica e ambiental, são propulsores para repensar a Educação do Campo em comunidades insulares.</p> Helena Midori Kashiwagi Luciane Godoy Bonafini Copyright (c) 2021 Revista Sergipana de Educação Ambiental https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2021-05-24 2021-05-24 8 Especial 1 12 10.47401/revisea.v8iEspecial.15591 Ensino híbrido na escola e no manguezal https://seer.ufs.br/index.php/revisea/article/view/15607 <p>A aplicação de estratégias metodológicas inovadoras, em sala de aula, é fundamental para o processo de ensino e aprendizagem referente à Educação Ambiental (EA) voltado para a análise de degradação dos ecossistemas, a exemplo dos manguezais. Os manguezais recebem influências antrópicas devido à ocupação do seu entorno, que ocasionam vários impactos socioambientais que afetam tanto o próprio manguezal quanto a comunidade local. O artigo visa a analisar como o Modelo de Rotação por Estações estimula a autonomia e o protagonismo estudantil, durante o processo de ensino e aprendizagem sustentado pela EA crítica, a partir do estudo dos impactos socioambientais nos manguezais de Aracaju-Se. Dessa forma, a pesquisa, de abordagem qualitativa, foi estruturada nas seguintes etapas pedagógicas: roda de conversa, <em>Brainstorming</em> e Modelo de Rotação por Estações. Durante as atividades, os alunos dialogaram sobre a temática, responderam à questão norteadora e, em grupos, desenvolveram as propostas contidas nas cinco estações distribuídas na sala de aula e em outros espaços da escola. Os resultados demonstram a relevância de práticas pedagógicas híbridas na formação de sujeitos críticos e reflexivos. A articulação desses elementos pode auxiliar na construção de um novo modelo de racionalidade socioambiental, voltado para a conservação de ambientes naturais, como os manguezais.</p> <p>&nbsp;</p> Sílvia Nascimento Gois Lima Sindiany Suelen Caduda dos Santos Maria do Socorro Ferreira da Silva Copyright (c) 2021 Revista Sergipana de Educação Ambiental https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2021-05-24 2021-05-24 8 Especial 1 21 10.47401/revisea.v8iEspecial.15607 A Educação Ambiental e a implantação de horta escolar https://seer.ufs.br/index.php/revisea/article/view/15631 <h1>Este estudo troxe a abordaem da horta escolar como elemento lúdico de mediação no processo de ensino-aprendizagem. O estudo foi realizado no Colégio Estadual Raphael Serravalle, município de Salvador, Bahia. O estudo teve a participação dos estudantes do 6º ano do Ensino Fundamental. Os métodos usados foram baseados em pesquisa-ação. A instalação e manutenção da horta escola serviu como ferramenta didática lúdica, na qual os contextos e ações do fazer, mediaram discussões sobre segurança alimentar, valor nutricional dos alimentos e agrotóxicos. Como resultado da ação de educação ambiental a comunidade escolar se apropriou dos conceitos e discussões, a partir daí estudantes e professores transpuseram os saberes acumulados no processo de instalação, manutenção e discussões educativas sobre a horta escola para um jogo de tabuleiro voltado para estudantes do Ensino Fundamental.</h1> Renata da Silva Souza Willian Moura de Aguiar Gilberto Marcos Mendonça Santos Copyright (c) 2021 Revista Sergipana de Educação Ambiental https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2021-05-24 2021-05-24 8 Especial 1 16 10.47401/revisea.v8iEspecial.15631 TRILHAPA https://seer.ufs.br/index.php/revisea/article/view/15627 <p>A Área de Proteção Ambiental de Santa Cruz foi criada em 2008, com a finalidade de promover a dinamização e diversificação das atividades e oportunidades produtivas do litoral norte, garantindo que o desenvolvimento socioeconômico se faça com a preservação de seu patrimônio natural, histórico e cultural. A partir disso, os objetivos deste trabalho foram: (i) avaliar o conhecimento dos alunos da Educação Básica sobre a APA de Santa Cruz, (ii) avaliar a lacuna nos Livros Didáticos sobre a temática das Unidades de Conservação, (iii) a partir das demandas, construir um aplicativo informativo e formativo sobre APA de Santa Cruz, e (iv) validar e avaliar o aplicativo como recurso educacional a partir do feedback dos professores da Educação Básica. O aplicativo desenvolvido atingiu o objetivo de ser um ciberespaço que além de informar e formar, conectará os moradores da APA através de diálogos e troca de saberes.</p> Barbara Alves de Sousa Otacilio Antunes Santana Copyright (c) 2021 Revista Sergipana de Educação Ambiental https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2021-05-24 2021-05-24 8 Especial 1 16 10.47401/revisea.v8iEspecial.15627