A Autoria Feminina na Revista do Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe (1939-2019)

Autores

  • Marluce de Souza Lopes Universidade Federal de Sergipe
  • Joaquim Tavares da Conceição Universidade Federal de Sergipe

DOI:

https://doi.org/10.33662/ctp.v12i01.15737

Resumo

Recebido: 29/04/2020

Aprovado: 01/06/2020

Este artigo tem como objetivo catalogar a produção feminina na Revista do Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe, no período compreendido entre 1939 e 2019, ressaltando a escrita da mulher, bem como as temáticas nas quais a produção está inserida, destacando sua participação como escritora e produtora de cultura. Foram consultadas as edições digitalizadas da Revista do Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe, disponíveis no site do Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe. A supremacia masculina na revista foi mantida até 1939, quando surgiram as primeiras colaborações femininas, no entanto, foi a partir dos anos 1970 que esse cenário começou a ser alterado, com a crescente participação das mulheres na publicação de gêneros diversificados, suplantando, em algumas edições, o número de trabalhos masculinos. Foram encontrados 207 textos de autoria feminina, com destaque para Maria Thétis Nunes e Beatriz Góis Dantas, as intelectuais que mais publicaram no periódico analisado.

 Palavras-chave: Autoria feminina, Intelectuais, Revista do Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe.

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Publicado

2021-05-24

Como Citar

de Souza Lopes, M. ., & Tavares da Conceição, J. (2021). A Autoria Feminina na Revista do Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe (1939-2019). Cadernos Do Tempo Presente, 12(01), 68–79. https://doi.org/10.33662/ctp.v12i01.15737