Luta pela terra, performance e protagonismo infantil no I Encontro Nacional das Crianças Sem Terrinha (Brasília – 2018)

  • Luciana Hartmann Instituto de Artes - Universidade de Brasília
  • Jonielson Ribeiro de Sousa Universidade Federal de Goiás
  • Ana Carolina Castro Universidade de Brasília

Resumo

Adotando de uma perspectiva etnográfico-performativa, este artigo pretende debater as imbricações entre performance, luta pela terra e protagonismo infantil no I Encontro Nacional dos Sem Terrinha, evento que reuniu 1200 crianças de 24 estados brasileiros no mês de julho de 2018, em Brasília/DF. Partindo de nossa experiência no Projeto “Crianças Protagonistas” com a Pedagogia do Oprimido, de Paulo Freire, e do Teatro do Oprimido, de Augusto Boal, buscamos refletir sobre as partilhas realizadas com as crianças durante esse e em outro evento ocorrido em 2020. Nesse diálogo, recorremos ao vasto material produzido pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), bem como às recentes pesquisas realizadas por Barros (2013), Couto (2014), Ramos (2013), Rosseto (2016), Rudi (2018), Vendramini (2013), entre outros.

Biografia do Autor

Luciana Hartmann, Instituto de Artes - Universidade de Brasília
Pesquisadora PQ Cnpq - Nível 2. Professora do Departamento de Artes Cênicas e dos Programas de Pós-Graduação em Artes Cênicas/UnB e em Performances Culturais/UFG. Atua na área de Pedagogia do Teatro e da Antropologia da Performance.
Jonielson Ribeiro de Sousa, Universidade Federal de Goiás

Mestre em Desenvolvimento Sustentável - Mestrado Profissional em Sustentabilidade junto a Povos e Territórios Tradicionais (MESPT) - Universidade de Brasília - DF

Doutorando no Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Performances Culturais - Universidade Fedeal de Goiás - GO

Ana Carolina Castro, Universidade de Brasília

Graduada em Artes Cênicas pela Universidade de Brasília.

Mestranda no Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas na Universidade de Brasília.

Publicado
2020-07-08
Seção
DOSSIÊ